7 de março de 2011

Training day with Kimi - Ice1Racing

Na última semana de fevereiro, Kimi Räikkönen fez uma visitinha aos pilotos de sua equipe de motocross, a Ice One Racing, lá em Fuengirola, na Espanha. Vocês podem ver a matéria, fotos e vídeo aqui neste link.

Hoje, trago mais algumas fotos do Iceman nesta passadinha pela Espanha. Inclusive, testando.




Fonte: IceOneRacing Facebook group

Beijinhos, Ludy

Isso se chama: trabalho tendencioso

Alonso completou 10 anos de F1 na última sexta feira, dia 4 de março. Percebi que alguns sites apenas citaram o fato, outros não comentaram, outros fizeram uma retrospectiva (até certo ponto, legalzinha), enquanto outros perderam tempo para um trabalho como este.

Eu juro que iria comentar na página do site, mas não pude porque não tenho conta no UOL. Porém se lá não pude fazer meu "prostesto", o faço aqui !!!

Já que havia passado alguns dias, por que gastar tempo para fazer isso!? Por que criar "polêmica" com frases que eu sequer lembro se foram ditas... Até onde eu me lembre (olha que sobre Fernando Alonso minha memória é incrível), ele disse algo bem diferente de "Dedico o título para mim e mais ninguém". Amigos alonistas... peço ajuda a vocês, por favor! Estou certa!? Vocês se lembram disso!?

Eu sinceramente não me lembro do asturiano ter falado que dedicava o título somente a ele mesmo. Esta frase é do Nelson Piquet. No vídeo isso fica claro! AH! Mas é claro que o brasileiro PODE! Nelsão é "despojado, autêntico e original"... É "FODA" para falar a verdade! Já Alonso... rsrs

Fernando Alonso assim que conquistou o seu 1o. título mundial em 2005 (e não após o 2o. título) disse na coletiva de imprensa oficial pós corrida, que dedicava o seu título a 4 pessoas (aos seus pais, irmã e avó, ele confessou isso ao jornalista Antônio Lobato quando perguntado quem eram as 4 pessoas citadas). Algo bem diferente do que "noticiado" acima.

E vem cá!? Qual o problema se ele não dedicasse a ninguém!? E qual o problema de dedicar a apenas aos seus familiares?! Ele dedicou a quem achou necessário.... assim como Nelson Piquet (que não dedicou a ninguém!). Nelson e Alonso estão certos!

Ou alguém acha que Cesar Cielo, por exemplo, tem que dedicar seus títulos mundiais e Olímpicos para um povo que mal sabe quem ele é. Me poupe!!!

AH! Sim... os "desafetos"!rs Quais são estes citados? Nelsinho Piquet? Acho que não, o brasileiro tem muita admiração por Alonso! Lewis Hamilton?! Também acho que não, os dois não são BFF, mas mantém uma relação amistosa. Felipe Massa!? Hahaha... eles são desafetos? Não sabia disso! Será que o Sr. Presidente sabe disso?? rs

Outra coisa que quero falar é sobre a nova "polêmica" (inventada) do momento: a frase do Alonso onde ele diz que "não está na Fórmula para fazer amigos e sim para vencer". Qual o grande problema desta frase senhor!?? Quanta bobagem por NADA! A imprensa joga com as pessoas e todos caem como patinhos... TODO PILOTO fala isso! É a frase mais clichê de um piloto de F1. Só que somente sobre Alonso cai o título de arrogante e antipático.

Chega a ser ridícula a forma com que a imprensa nacional tenta jogar com a imagem do espanhol no Brasil. E o pior é que a grande parte dos brasileiros, que realmente precisam ver no Alonso um vilão para justificar a fracasso da atual safra dos pilotos brasileiros, caem e aceitam sem pestanejar!! É triste!

Para fazer um trabalho tendencioso como este, era melhor que não tivessem feito nada. Às vezes o silêncio vale mais do que mil palavras mal ditas. Ainda mais se o assunto em questão for Fernando Alonso.

Alonso "João-sem-braço"... esta é a forma como a reportagem se refere a um bicampeão do mundo de F1. Acho devemos todos rever nossos conceitos e exigir algo de melhor qualidade. Nós merecemos!

E tenha dito!

Bjinhos, Tati

Quem sabe a Croácia?

Croácia seria novo país na fila para receber etapa

Vários países, como África do Sul e Vietnam, têm sido cogitados nos últimos meses para entrarem no calendário da F-1.

O novo rumor é que a Croácia estaria entrando na briga e, inclusive, já estaria conduzindo um projeto de circuito nas cercanias de Zagreb, capital do país, com apoio da FIA e de Bernie Ecclestone.

Segundo o jornal croata "Vecernji List", o orçamento para a empreitada seria de 250 milhões de euros [cerca de 580 milhões de reais], que seriam totalmente financiados pela iniciativa privada. O envolvimento do governo seria apenas para facilitar o caminho burocrático da obra. A construção poderia ficar pronta em 18 meses.

Apesar dos planos, a Croácia passa no momento por uma grave crise financeira e milhares de croatas marcharam em protesto nos últimos dias em Zagreb pedindo a queda do atual governo, que sofre acusações de corrupção.


Fonte Tazio

Sabe, eu já não me pergunto se as ideias como botão de chuva e medalhas do Bernie não são parte de um plano maior. O tiozinho fica falando e falando essas coisas e depois nada mais parece estapafurdio demais.

Nada contra nenhum país, mas é só que enche a paciência as provas decorativas em circuitos projetados para a chatice. Se for um projeto legal em que a pista seja mais importante que o entorno,tudo bem.

Mas ainda acho que poderia haver um contraponto. A cada nova empreitada dessas, uma pista clássica poderia ser "reativada" na temporada. Sei lá, poderia haver um rodízio: uma ou duas clássicas a cada temporada.

By Lu

Pela quinta vez

Loeb conquista sua quinta vitória no Rali do México

Heptacampeão da Citroen é beneficiado por acidente do compatriota Ogier

Sebastien Loeb conquistou no último domingo a vitória do Rali do México, segunda etapa da temporada 2011 do Mundial.

Este é o quinto triunfo do francês na prova mexicana e o seu 63º em toda a sua carreira no WRC.

Loeb travou uma briga intensa com seu compatriota, Sebastien Ogier, também da Citroen, e se beneficiou de um acidente que tirou o rival da prova no primeiro estágio de domingo para assumir definitivamente a ponta e terminar com 1min38s4 para o segundo colocado, Mikko Hirvonen, da Ford.

Jari-Matti Latvala, também da Ford, terminou em terceiro, seguido por Petter Solberg, com um carro da Citroen, em quarto, e Mads Ostberg, com um modelo da empresa americana, em quinto.

Nasser Al- Attiyah, vencedor do último Dakar, que fez a sua estreia no Mundial de 2011 com uma vitória na categoria S2000 e a sétima posição na geral, foi desclassificado por irregularidades na célula de ventilação do combustível de Ford.

Com o resultado no México, Hirvonen, que venceu a abertura da temporada, na Suécia, segue na liderança do campeonato, com 46 pontos, nove à frente de Loeb. A próxima etapa do Mundial é o Rali de Portugal, entre os dias 24 e 27 de março.

Confira os 10 primeiros colocados do Rali do México:

1º. Sebastien Loeb (FRA/Citroen), em 3h53min17s0
2º. Mikko Hirvonen (FIN/Ford), a 1min38s4
3º. Jari-Matti Latvala (FIN/Ford), a 2min23s9
4º. Petter Solberg (NOR/Solberg Citroen), a 7min18s4
5º. Mads Ostberg (NOR/Stobart Ford), a 8min43s5
6º. Henning Solberg (NOR/Stobart Ford), a 9min50s0
7º. Martin Prokop (TCH/Czech Ford), a 13min35s0
8º. Juho Hanninen (FIN/Red Bull Skoda), a 14min48s7
9º. Federico Villagra (ARG/Munchi's Ford), a 48min17s2
10º. Ott Tanak (EST/MM Ford), a 53min42s8

Fonte: Tazio

Nunca vi ninguém tão sortudo como o Loeb!!! rsrs... Ganhou o rally faltando duas especiais para o evento acabar. Caraca! O esporte cruel este viu?! O Ogier liderou a maior parte do rally, estava com uma ótima performance e de repente, tudo foi por cascalho abaixo...

Beijinhos, Ludy

Jacques Villeneuve by Ludy - in pictures

Mais algumas fotos de Jacques na etapa final do Trophée Andros 2010/2011, no Stade de France, em Paris, neste fim de semana.





Beijinhos, Ludy

Uma boa semana...



Para desejar uma boa semana a todos que estejam curtindo o carnaval, seja na folia ou apenas descansando! Observação da Ludy, eu sempre amo os moletons que estes pilotos usam!!! Se tivesse condições, teria todos! rsrs...

Beijinhos, Ludy

Andros Trophy: Alain Prost dominates the Stadium Finale



Andros Trophy: Alain Prost dominates the Stadium Finale

Alain Prost(Dacia Duster) has dominated the Andros Trophy 2011 finale at the Stade de France in Paris, a non-championship event held in front of more than 50 000 spectators.

The four-time F1 World Champion, who took second place in this year’s final standings, and his teammate Evens Stievenart clinched victory in the Elite Sup finale.

Prost was again dominant in the Defi Andros Saturday night, a knock-out event for the top four drivers in the final standings (Jean-Philippe Dayraut, Prost, Franck Lagorce and Olivier Panis).

Prost defeated Panis in semi-final before taking victory in front of Dayraut in the final heat.

Canadian Jacques Villeneuve (Skoda Fabia) won the Pilot Duel against KTM rider Regis Laconi, during a “car versus motorcycle” duel on the ice track of the Stade de France.

Fonte: auto123.com

O campeonato foi rapidinho, durou 3 meses, mas Jacques se divertiu à beça com esta história de pilotar no gelo. E eu achei o máximo! Adoro competição no gelo!

Abaixo segue o vídeo que deu a vitória mencionada na matéria acima ao rei do Octeto.



Beijinhos, Ludy

Garotos do calendário

E o muso de março é o nosso lord David Coulthard!


Não esqueçam da festinha no dia 27, quando o nosso charmoso octete completa 40 anos! Um quarentão e tanto, hein!

By Lu

6 de março de 2011

"Há 10 anos ..." - Meu texto sobre Alonso

Alonso, 10 anos de F1

Desde sexta estou tentando escrever um texto sobre o aniversário de 10 anos do Alonso na F1, mas em nenhuma destas tentativas eu encontrei o caminho certo para dizer o que eu quero. Hoje faço mais uma tentativa. Acho que após ler este lindo texto da Cavallino a inspiração veio mais facilmente. hehe

É muito bonita a forma com que Cavallino conta "sua história" alonsista. É emocionante!. Bom... pelo menos para mim foi muito emocionante! De certa forma me vi em alguns momentos descritas por ela. Vejo que nós duas temos o pensamento comum sobre quem é Fernando Alonso.

Para falar a verdade, todos nós alonsistas temos algo em comum: somos fiéis haja o que houver. E acredito que este nosso comportamento incomode alguns, justamente porque estamos com Alonso sempre. Naturalmente isso não quer dizer que achamos o espanhol um santo, quer dizer apenas que acreditamos nele. Ninguém tem que entender esta nossa relação de ídolo-fã, tem apenas que respeitar. Coisa que às vezes não acontece, infelizmente.

Há 10 anos Fernando Alonso fazia sua primeira corrida de F1. Lá estava um jovem rapaz, tímido, de cara séria, que começava a trilhar uma carreira de sucesso. Carreira que faria dele em um dos maiores ídolos da Espanha e da F1.

O mais jovem a fazer uma pole-position, a subir em um pódio, a vencer uma corrida, a ser campeão do mundo de F1, a ser bicampeão de mundo. E melhor do que todos estes recordes está o fato de transformar um país.

Hoje a Espanha assiste corridas de F1. Milhões e milhões de pessoas ligam as suas TVs aos domingos com a mesma certeza que nós brasileiros tínhamos com nosso Ayrton, a certeza que estão vendo o melhor na pista, a certeza que do Alonso podemos esperar sempre o melhor, e mesmo quando o melhor não vier, o possível (e o impossível) estará lá.

Fernando Alonso é muito mais do que um piloto de F1. Ele um ídolo para muitos, sejam espanhóis ou não, um exemplo de sucesso e de determinação. Algo que ele construiu com muito trabalho, ano após ano na categoria máxima do automobilismo.

Infelizmente eu não pude estar com ele nestes 10 anos completos. Não vi uma pequena parte do seu crescimento como piloto. Eu perdi o início. Comecei esta jornada em 2005 quando o mundo começava a perceber que aquele espanhol, que corria de azul e amarelo e que desafiava a Ferrrari de Schumacher, não estava de brincadeira. Naquela época ele já era o número 1 na Renault, já tinha o apoio total de Briatore, já havia vencido corridas, já estava começando a tomar gosto pela vitória...

TOMA!

Mas se eu não assisti ao vivo as suas primeiras conquistas, tive a oportunidade de viver com ele a maior vitória da sua vida: ser campeão do mundo de F1. Acompanhei extasiada de emoção o grito famoso TOMA! TOMA! TOMA!. Tenho guardado até hoje vários recortes de jornais aquela imagem congelada, aquele mágico momento de fúria, alívio e alegria do então mais jovem campeão mundial de F1.

Felizmente pude chorar com Alonso, ao vivo e a cores, em Interlagos/2006 quando ele venceu o maravilhoso bicampeonato e enquanto ele se despedia da Renault (pela primeira vez): "I wish you the best for the future..." . Um momento memóravel, sem dúvida. Momento que levarei para toda minha vida.


Eu estive com ele quando se mudou para a McLaren. Vivi a alegria do primeiro encontro com aquele carro que prometia ser a união perfeita com a equipe do seu maior ídolo, Ayrton Senna. Mas também vi a desilusão torna-se dia-a-dia a sua maior companheira. Sofri toda vez que observava aquele belo sorriso dar lugar a um rosto triste e amargurado. Um das piores coisas daquela época foi ter visto a felicidade do rosto dele ir diminuindo a cada GP. Só sabe o que falo, quem viveu 2007 como eu vivi. Sorriso que só voltou em Interlagos quando viu a derrota daqueles que desejam também a sua derrota. 02 de novembro de 2007, não haveria melhor data para anunciar o fim de um casamento tão melancólico e infeliz.

McLaren: um período infeliz!

Pude reviver a felicidade de voltar para casa, de estar na Renault, de vencer com os mesmos mecânicos que gritaram "World Champion" com sotaque francês aos pés do pódio de Interlagos em 2006 (ainda vou postar isso no Octeto! Prometo! É lindo!). Em contrapartida, se havia felicidade por estar em "casa", havia frustação por não poder vencer. Era sempre muito frustrante quando percebia que nem o talento do melhor era capaz de superar um carro ruim. E eu realmente acreditei que tínhamos chances de sermos campeões novamente na Renault (o que agora parece uma loucura! rs), mas a nossa confiança nele é tão real que tudo sempre me parecia muito possível. É ... mas não deu!

Como eu disse, eu não vi primeira vitória lá em 2003, mas estive presente nos momentos mais difícies... quando tudo parecia impossível, sombrio, sem solução, sem futuro e até certo ponto desesperador.

Destes 10 anos 2009 foi sem dúvida, a pior temporada do Alonso na F1, excluindo a época de Minardi que naturalmente seria ruim. Alonso e o R29 foi o que podemos classificar como desesperador, digo isso porque quando você se vê super feliz com um mísero 3o. lugar... é porque a coisa está muito feia. rs Só que por mais que tudo parecesse errado, nunca deixei de acreditar que algo melhor fosse possível. Eu nunca deixei de estar lá, presente e confiante de que uma hora a nossa hora chegaria novamente. Aí veio a Ferrari, a nossa última e única chance.

Alonso na Ferrari: momento difícil!

E por incrível que possa parecer a vocês, este foi com certeza o momento mais difícil como alonsista. Enganam-se os acham que os piores momentos foram 2007 ou 2009. Destes 6 anos o momento mais difícil foi 2010.

Vê-lo a primeira vez na Ferrari me deu arrepios. Era como se eu estivesse indo contra meus ideais. Confesso que ali tive medo de desistir de tudo, e até tive vontade. Só que não tinha mais jeito, depois de tudo que eu já havia passado, por todas as vezes que briguei pelo nome dele, por todas as vezes que chorei de frustação por vê-lo lutar sozinho na McLaren, ou pelas vezes que o vi perder, eu não poderia abandoná-lo no momento mais feliz de sua vida. Sim, hoje ele está feliz.

E eu, inocente, imaginei que depois de 9 anos na F1 e Alonso finalmente em uma equipe grande, nós teríamos um período mais tranquilo e de algumas glórias (afinal, ele deixou a Renault para voltar a vencer, certo?!)... mas que nada! Em 2010 vieram mais conflitos, mais críticas, mais acusações e mais uma dolorida derrota. Provavelmente a mais sofrida de todas elas, ao menos para mim.


Assistir Alonso perder em Abu Dhabi me doeu muito! E ainda dói. É uma dor que não vem somente pela perda de um título e/ou por um incrível trabalho de recuperação, é muito mais do que isso. Foi uma derrota de anos de luta, de trabalho, de esforço. Um filme de tudo que enfrentamos nos últimos anos passou repetidamente na minha cabeça, desde aquela despedida da Renault em Interlagos quando celebrávamos mais um título. Cada detalhe frustante, cada desilusão, e sempre com a mesma pergunta: Por quê?! Por quê?! . Era como que se cada cicatriz conquistada ao longo destes anos de dificuldade voltassem a latejar, todas ao mesmo tempo.

Porém, acho que o que nos difere (nós fãs alonsistas) dos outros (além de torcer para o melhor!rs), é que quanto mais difícies forem as coisas, mais fortes e confiantes ficamos. Algo que aprendemos com o próprio Alonso.

A verdade é que depois das glórias de 2006 só passamos por provações, uma maior que outra. E no final sempre estivemos firmes e fortes, sempre acreditando que tudo era possível mesmo quando parecia impossível. Eu brinco com meus amigos da AA que temos pele grossa, algo que conquistamos nos últimos anos.

Hoje olhar o que aconteceu em Abu Dhabi ainda dá tristeza e provoca lágrimas, só que também nos dá força para olhar para frente e para recomeçar! Porque é justamente isso que temos feito desde 2006. É isso que nos faz seguir com Alonso por mais 1, 2, 3 ou 10 anos na F1.

Até porque Fernando Alonso, mesmo sem a cara séria daquele menino que corria num carro preto com detalhes brancos, continua sendo Magic Alonso. E ele como todo e qualquer mágico insiste em "hacer posible lo imposible".

E que venham mais 10 anos! hehehe

Agora, finalmente o espaço é de vocês! Desculpe o testamento!!! rsrs

Bjinhos, Tati

Alala ôôô...

Já que é carnaval um pouco de pele neste final de tarde de domingo...



Nas categorias de base o povo anda mais livre, né? hihihihi

By Lu

Filhos? "Só depois da F1", diz Jenson

Para evitar riscos, Button diz que pensa em ter filhos só após deixar F1

Falando sobre família, Jenson Button afirmou que não pretende ter filhos enquanto estiver competindo na F1. Para o inglês, formar uma família pode ser um risco

Jenson Button não pretende ter filhos tão cedo. E, de acordo com o piloto de 31 anos, isso só vai acontecer depois que encerrar a carreira na F1. Namorado da modelo Jessica Michibata, Button afirmou que, formar uma família ainda competindo em um esporte como a F1, é um risco.

"Não, quando eu tiver filhos, toda a minha vida vai mudar, mas não pretende tê-los agora", disse o campeão do mundo de 2009. "Não quero ter filhos enquanto estiver competindo. Não vale a pena o risco", completou.

"Além disso, você não tem tempo suficiente para gastar com eles. Se você começa a sentir medo de procurar o limite do carro, então é hora de parar. Não há outra resposta", acrescentou.

O inglês, que vai para sua segunda temporada com a McLaren neste ano, também descartou a ideia de ser menos competitivo por conta da idade, fazendo uma comparação com o atual campeão, Sebastian Vettel, de 23 anos.

"Ele não estará mais ansioso por vitórias do que eu", falou, citando ainda o caso de Michael Schumacher. "Não concordo que Michael tenha se perdido. Acho apenas que ele não estava satisfeito com o carro. Olhe para a Nascar. Lá, caras com 50 anos ainda vencem corridas", salientou o britânico.

Fonte: Grande Prêmio

Michi, amiga, foi por isto que você não engravidou ainda?! rsrsrs... #Ludymuitovenenosa

Bom, eu não acho que ser pai enquanto se compete é algo problemático. Ok, entendo a teoria do Jenson, mas muito pilotos são pais e competem em alto nível em diversas categorias do automobilismo.

Mas tudo bem The Real, seus argumentos são compreensíveis.

Beijinhos, Ludy

Formula 1 2011 Red Bull Racing Preseason Interview Sebastian Vettel

Aquela entrevistinha básica, com as perguntas de sempre, antes de qualquer início de campeonato.



Beijinhos, Ludy

5 de março de 2011

Faz parte do meu show, meu amoooor

Chefe da McLaren defende desgaste dos pneus Pirelli: "Faz parte do show"

O principal assunto em pauta após os 11 primeiros dias de testes na pré-temporada da F1 em 2011 foi o desempenho dos pneus Pirelli. Alvo de críticas dos pilotos, os novos compostos da fábrica italiana apresentaram alto desgaste nas atividades de pista em Valência, Jerez de la Frontera e Barcelona no mês de fevereiro. Entretanto, Martin Whitmarsh, chefe de equipe da McLaren, tem opinião contrária a dos competidores.

O britânico defendeu a baixa durabilidade dos pneus e lembrou que tanto pilotos, quanto os times da categoria pediram por compostos menos duráveis, que segundo o ponto de vista do dirigente, vai aumentar o espetáculo nas corridas.

Whitmarsh pediu cautela sobre os comentários referentes aos pneus da Pirelli e destacou como qualidade da borracha italiana a maior aderência ao asfalto em relação aos antigos compostos da Bridgestone. “Nós reclamamos do alto desgaste, mas ninguém fala sobre a boa aderência que os pneus têm quando estão novos”, disse o dirigente em entrevista à revista ‘Motor Sport’.

“O desgaste só é alto porque a aderência, quando [os pneus estão] novos é alta. Os pilotos e as equipes devem, talvez, ser mais cuidadosos em suas opiniões”, advertiu o chefe de equipe da McLaren, dizendo que os pneus menos duráveis foram adotados para elevar o espetáculo das corridas de F1. “É fácil entrar no carro e reclamar, mas nós queremos mais pit-stops e queremos carros em várias fases da corrida lutando contra os pneus, isso faz parte do show.”

Presidente da Fota (Associação das Equipes da F1), Martin disse que recebia pedidos frequentes para que os compostos durassem menos, e assim, aumentar a emoção nas provas da categoria. A solicitação não foi atendida pela antiga fornecedora, que optou por pneus mais duráveis, de características mais conservadoras. Whitmarsh condenou a postura crítica de pilotos e times da F1 em relação à Pirelli, que obedeceu ao desejo dos times da F1.

“A Bridgestone sempre foi um grande parceiro, mas na minha posição na Fota, escutei muitas vezes nos últimos anos pressões para que os pneus oferecessem mais risco. Agora, nós criticamos publicamente o desgaste dos pneus [da Pirelli]. O trabalho de um fornecedor de pneus é ingrato, já que o maior desgaste foi providenciado para deixar o espetáculo melhor”, complementou o britânico.

Fonte: Grande Prêmio

Que as dificuldades fazem parte da brincadeira é verdade. Mas, não deixa de ser engraçada a defesa. Nós sabemos que quando a dificuldade aperta a coisa muda de figura.

Quero ver se ele vai achar que faz parte do show quando os pilotos dele forem prefudicados pelo alto desgaste. hehehe

By Lu

GP dos EUA 2012

Vídeo: confira obras no circuito de Austin, futura sede do GP dos EUA

O site oficial do circuito de Austin divulgou imagens do andamento dos trabalhos de terraplenagem da futura sede do GP dos Estados Unidos de F1. A inauguração do autódromo está prevista para 2012

Sede do GP dos Estados Unidos a partir de 2012, o circuito de Austin atingiu nessa semana nova fase no andamento das obras. O site oficial do autódromo norte-americano divulgou imagens das atividades de terraplenagem na pista. O vídeo é apresentado por Kevin Olsen, membro da comissão organizadora da prova. O circuito texano tem a assinatura do engenheiro alemão Hermann Tilke.

Construction Update: Site Grading at the Track Site from The Austin Grand Prix on Vimeo.

Fonte: Grande Prêmio

Tenho calafrios de pavor quando leio ou ouço o nome Tilke!!!!

Beijinhos, Ludy

À venda

GP da Índia deve ter ingressos à venda em um mês

"Queremos atrair fãs de todas as partes da sociedade", afirma porta voz


Os ingressos para o primeiro GP da Índia da história deverão estar à venda até o próximo mês, afirmaram os organizadores da prova.

Mesmo que o circuito em Noida ainda esteja em construção, a prova indiana está prevista para acontecer no dia 30 de outubro, sendo a antepenúltima do calendário. Segundo os organizadores do evento, a intenção é que os preços dos ingressos facilitem o acesso de pessoas de todas as classes sociais do país.

"Abriremos o agendamento online para o evento em dentro de um mês. Os preços também serão estabelecidos em breve. Provavelmente, os ingressos irão assegurar a entrada para estudantes, assim como empresas, já que queremos atrair entusiastas das corridas de todas as partes da sociedade", afirmou um porta voz da prova.

Fonte: Tazio

Que não seja o fiasco de organização que foi o da Coreia!

Beijinhos, Ludy

4 de março de 2011

"Há 10 anos ..." - Parte 6

Olá amigos!

Infelizmente meu texto sobre os 10 anos do Alonso na F1 terá que ficar amanhã, a inspiração não veio me visitar hoje. rs

Mas em compensação deixo alguns vídeos que falam por mim e por estes 10 anos!

Divirtam-se!

OBS: Com estes dois vídeos me peguei gargalhando, aquele felicidade gostosa dos bons tempos. São nestes momentos que percebo porque ainda acompanho Alonso, aconteça o que acontecer!rs





Bjinhos, Tati

"Há 10 anos..." - Parte 5


FERNANDO ALONSO: 10 AÑOS DEL DEBUT DE UN MITO - 2a. Parte

Hoy hace justo 10 años, el 4 de marzo de 2001, Fernando Alonso (Oviedo, 1981) disputaba su primer gran premio de Fórmula 1 en Australia. Pese a llevar el peor coche de la parrilla y salir 19º, terminó la carrera 12º, un gran resultado. Desde entonces ha disputado más de 150 carreras y acumula abundantes viajes, trofeos, experiencias y anécdotas, pero sigue enamorado de la F1.

PREGUNTA. Dice que sigue enamorado de este deporte. ¿Le gustaría seguir vinculado a él más adelante, en el muro de un equipo o siendo jefe de alguno?
RESPUESTA. No lo sé. Diría que no a día de hoy porque lo que me gusta es conducir y si no corro en Fórmula 1 algún día será difícil dejar un volante porque es lo que llevo haciendo toda mi vida. Por eso creo que preferiré pasar los fines de semana subido en un kart o en un kartcross divirtiéndome yo por mi cuenta que haciendo cualquier otro trabajo.

P. Es decir, que de presidente de la FIA ni hablamos…
R. No, no creo.

P. Entonces, todo ese talento, los trucos de carreras que se sabe, la experiencia de tantas victorias... todo quedará en el tintero.
R. Bueno ya veremos, seguramente se puede aplicar en un futuro con algún piloto joven, o quizás algún día tenga la ocasión de poder decírselo a alguien. También hay proyectos como el del circuito mío de Asturias, donde habrá una buena labor de educación vial y donde puedes contar a la gente tus experiencias o aprovecharlas en algún curso de conducción deportiva. Sí, creo que podré aprovechar todo lo que he podido conocer en estos años de carreras.

P. Y usted, ¿alguna vez ha necesitado pedirle un consejo a alguien, en sus inicios o ahora?
R. Deportivamente hablando la verdad es que no, seguramente a mi familia algo, pero de decisiones o cosas que tienes que hacer, no de pilotaje.

P. ¿Algún sacrificio especialmente doloroso que recuerde?
R. Seguramente el sacrificio mayor es dedicar nuestra vida, nuestros primeros 30 ó 40 años de vida, única y exclusivamente a esto.

P. ¿Siente que ha perdido la juventud?
R. Sí, he perdido prácticamente todo lo que sería una vida normal, pero bueno, lo compensa lo que vivo en la Fórmula 1 y soy consciente de que cuando me retire tendré una edad en la que ya no voy a hacer otras cosas. De los 15 a los 40 años vives sólo para esto.

P. Sea sincero… ¿algún día, como al resto de mortales, no le ha apetecido ir a la oficina a currar?
R. [Pausa larga, mirando a la ventanita del hospitality de Ferrari] Bueno, hay días… Hay que pensar que nosotros tenemos ocho días de entrenamientos y 20 carreras al año. El resto de los 200 días se van en preparación física, en 60 ó 70 eventos al año, siete u ocho rodajes de televisión al año y alguno de esos días fuera del coche pues… algún madrugón te pegas y si es para rodar un anuncio o mensajes para televisión, pues te da algo más de pereza, pero los haces también.

P. Sigue sin Twitter o Facebook, y debe ser casi el único piloto ya. ¿Para Ud. no sería una forma ideal de hablar con sus fans sin intermediarios, de hacerse entender mejor?
R. Es que no tengo ninguna necesidad de explicarme mejor. Al final de mes me paga Ferrari por pilotar un coche, ir al simulador, trabajar con los ingenieros. Si un día dicen algo de mí y tengo que aclararlo en una red social o si otro día dicen que he comprado una casa en Canarias y tengo que desmentirlo en otra red social, o si otro dicen que se me ha escapado el perro y un coche ha tenido que frenar en un paso de cebra y tengo que salir a aclararlo… Yo no tengo que aclararlo, no vivo de eso, vivo de conducir un coche.
( Alonso DEFINITIVAMENTE não entendeu a pergunta do repórter!!!rs)

P. Lo decía por tener precisamente más contacto con los suyos.
R. Yo a los míos les llamo todoslos días por teléfono.
(Alonso, só para explicar, o "suyos" a quem o repórter se refere são seus fãs, não seus amigos e parentes... rs)

P. Perdone que insista, pero es que da la sensación de estar muy atento a todo lo que se publica, de algunos foros en la red donde no tiene buena imagen, y que le preocupa.
R. Que no, que no, no me preocupa. Lo que está claro es que hay 40 millones de personas en España y habrá 100, 1.000 o 10.000 que hablan y hacen ruido y otros 39.980.000 que están en casa haciendo la comida a sus niños y llevándoles a la guardería, disfrutando de la carrera del domingo, viendo el fútbol y yéndose a dormir. Esos no tienen tiempo para hacer el t o n t o.

P. Usted tuvo un susto importante con un camión montando en bicicleta hace poco. ¿Uno no puede evitar los riesgos?
R. A ver, todos los días nos la jugamos y cualquiera que vaya al trabajo en coche, también. Nadie sabe lo que puede pasar. Aquél día iba en bici con otro amigo, a mí el camión me pasó muy cerca y al de delante le tocó el hombro sin llegar a tirarle, y luego se fue hacia la cuneta, o sea que si llegamos a estar un poco delante se habría acercado demasiado… Estamos siempre con la famosa duda. ¿Qué haces? No te vas a quedar en casa siempre y más con los pocos test que hay. Los rallies o el karting o lo que sea para nosotros es el día a día, es imprescindible entrenarse de alguna manera.

P. Por cierto ¿sabe Ferrari que monta usted en avioneta?
R. [Se ríe] No hay problema, son seguras.

P. Sabe que dice mucho la frase, “por tanto, cero preocupaciones”. Es un clásico en la prensa y aplaudimos cuando la dice…
R. Es que me he acostumbrado a decir siempre la misma frase, dado también por las mismas preguntas que normalmente recibo [se ríe con cara de mala idea]. Más que nada porque hago una rueda de prensa en inglés, otra en italiano, otra en español, a veces en francés en las cuales el 80% son preguntas repetidas, por lo que tienes unas respuestas ya estándar. A veces sé que me preguntáis por las nuevas normas y respondo otra cosa diferente, pero porque la tengo ya automatizada.

P. Ahora que lo dice… ¿Se da cuenta de que siempre suele empezar sus respuestas con “no” y muchas veces termina dando la razón al periodista?
R. Mira, he aprendido a intentar no decir nada en las respuestas porque creo que carecen de valor muchas veces. Cuando hay algo que contar o una información exacta, pues se sabe. Cuando hay una clasificación, se sabe quien ha hecho la pole y se intenta explicar qué ha salido bien y qué mal, los reglajes, la lluvia, etc. Eso creo que es lo interesante porque da información al público. Lo demás es tan genérico que carece de importancia, como las ruedas de prensa en los test: [se rie] intento alargar las respuestas para no tener que decir nada porque la información real que hemos recogido es totalmente confidencial.

P. Hablando de confidencias. Amenaza siempre medio en broma con un libro para desenmascararnos a todos… ¿lo hará?
R. Yo creo que sí

P. ¿Pero lleva un diario de a bordo con todo?
R. Aquí lo tenemos [señala a su mánager, Luis García Abad, que estuvo en aquella primera carrera en 2001 y asiente cómplice].

P. ¿Le gustaría que hicieran una película sobre su vida?
R. Sí [con tono de ¿porqué no?]

P. ¡Vaya!, pero de qué tipo, drama, comedia…
R. ¡De terror! No, a ver, estoy seguro de que con ella muchos aficionados se sorprenderían de cómo es el día a día, o un entrenamiento. Seguro que hay gente con curiosidad de saber a qué hora te levantas o cómo es un día normal, qué haces cuando acabas un test, tu avión, qué haces en casa, si tienes la nevera vacía porque no has parado por allí en muchos días... las típicas cosas o anécdotas que en forma de película o cualquier formato seguro que a la gente le gustaría.

P. ¿Es cierto que se levanta alguna mañana y no sabe en que hotel está, qué gran premio es o incluso qué año es?
R. Hombre el año sí, no estoy tan mal… pero sí que a veces te despiertas, te suena el hotel, pero no sabes bien si es Australia o Francia. Hace dos años, donde más noches dormí en la misma cama fue en Australia, porque fui unos días antes a hacer un evento y estuve 12 días, y no estuve 12 días durmiendo en la misma cama en todo el año, en mi casa nunca estuve 12 días seguidos. Creo que con esto la gente se lleva una mejor idea de la vida que llevamos.

P. ¿Guarda algún talismán de los primeros días, como aquella pistola de agua, las pulseras, etc?
R. Ahora no llevo nada.

P. ¿Se ha quitado ya todas las supersticiones con los números también?
R. No, sigo, sigo con ellas, pero menos. Como estos últimos años las cosas salían mal pues llevaba cosas que pensaba que me iban bien y como salían mal pues me daba cuenta de que no servían para nada, así que me dije, vamos a empezar de cero.

P. ¿El tío más inteligente que ha conocido?
R. Mi padre.

P. ¿Y de dentro de las carreras?
R. Mi padre también.

P. ¿Ha contado todos los trofeos que tiene?
R. No, seguro que mi padre lo sabe porque está todo organizado para ir al museo, pero vamos de Fórmula 1 hay los sesentaipico podios, pero luego del kart creo que tengo unos 200. Junto a los premios y galardones y diplomas pues en total habrá unos 400 ó 500.

P. ¿El más bonito? ¿El que siempre que entra en esa habitación mira primero?
R. El de campeón del mundo es el que más me gusta, el que más respeto impone, pero me gusta también el de Inglaterra, el de la victoria en 2006 porque es todo dorado, diferente al resto que son cromados, es todo color oro.

P. Lo más caro que se ha comprado últimamente… pero pagando usted con tarjetazo.
R. Un bolso para mi mujer.

P. ¿Y algo que no se ha podido comprar con dinero y que le gustaría tener?
R. Joer qué preguntas… Hacer una vida normal, ir a un restaurante y cenar tranquilo. Así que, posiblemente, ser invisible.
(Fonte: Marca - Narnia)

Mais tarde eu volto com o meu texto sobre os 10 anos de Fernando Alonso... hehe

Bjinhus, Tati

"Há 10 anos..." - Parte 4

Alonsismo en 10 actos

Hoy hace diez años que ese chavalín imberbe de la fotografía, sentado en la hierba, tranquilo, mirando al suelo, disputaba su primera carrera de Fórmula 1. En la fotografía de José María Rubio, decano de los reporteros españoles de la F1, aparece también Joaquín Verdegay, vicepresidente de la federación española de automovilismo, que hoy en las páginas de El Mundo recuerda el estreno de Fernando Alonso aquel 4 de marzo de 2001 en Melbourne. Ese debut supuso el inicio de una década vertiginosa donde la inmensa mayoría del país descubrió la Fórmula 1 tras los pasos de este asturiano volcánico, competidor salvaje, polémico, cabezota, áspero y leal. Un fenómeno al volante, un fenómeno social. Diez años que no son nada ante lo que él cree que todavía está por llegar.

1. Aquel cuatro por cuatro. Sin tiempo, con el Minardi apenas probado en una recta de aeródromo, Fernando Alonso se presentó en Melbourne en la primera semana de marzo de 2001 para debutar en la Fórmula 1. Conoció el rugoso circuito de Albert Park dando trompos con un todoterreno.

2. La advertencia. Lo dijo alto y claro cuando cruzó la meta en Australia, 19º en parrilla, 12º al final. 'Me adelantan coches, no pilotos', según recogía aquella crónica firmada por Javier Olave en nuestro periódico. Anunciaba el jovencito asturiano la cruda verdad de la Fórmula 1, donde las manos y el talento están hipotecadas por la calidad de los motores. Así y todo, y lejos todavía de hacerse con un monoplaza pata negra, no tardó en llamar la atención en el Minardi. En el paddock ya entonces casi todos intuyeron que el chaval mordía.

3. Grito en la siesta. Calorina de agosto, 24 de agosto de 2003, con España amodorrada ante una televisión pública que daba las carreras de milagro, porque Briatore se las dejó gratis. Alonso gana en Hungaroring la primera carrera de su vida, la primera de un piloto español en toda la historia. Hito insospechado hasta entonces, como ese primer All Star de Gasol, el dominio de Nadal o el delicioso Mundial sudafricano. Cosas hasta entonces de otros, nunca de los nuestros. A las cuatro de la tarde Pedro Jota lo vio claro: había que preparar un documento especial.

4. Filete con huevos fritos. Ahí estaba ante ese enorme plato combinado, cena en el hotel Crown de Melbourne, horas antes de la primera carrera de la temporada 2005. El piloto levanta la vista, traga un bocado y anuncia convencido: 'Con este coche gano el Mundial'. Dicho y, siete meses después, hecho. Melena al viento y furia desbocada. Con (no) dedicatorias controvertidas y España paralizada ante ese nueva afición encontrada. Primer título, el más joven por entonces en hacerlo.

5. La negación. 'Esto no es un deporte', concluyó el 10 de septiembre de 2006, en el circuito de Monza, minutos después de entrar en el circuito con el dedo pulgar hacia abajo, amenazado su segundo título por una extraña sanción a favor de Schumacher. Allí perdió la inocencia, si algo le quedaba. Descubrió el rostro feo de su peculiar ¿deporte?

6. Rey al cuadrado. A pesar de todo, resistió con ese Renault que parecía un Ferrari. Y en Sao Paulo, en aquel octubre de 2006, mientras las chicas le intentaban dar sus números de teléfono, él agarraba fuerte de la mano a Raquel y dejaba las caipirinhas a un lado. Doble campeón, champán de Briatore.

7. Qué me cuentas, Ron. Primero de julio de 2007, McLaren con ganas de guerra civil. Alonso la pifia en la clasificación en Magny Cours con una pieza que no iba. 'Fernando, lo siento', dice Ron Dennis a media tarde. 'Hemos probado contigo una caja de cambios nueva, que ha fallado'. Él, décimo en parrilla. Lewis, segundo, sin probaturas. 'Me cag.... en tu p... m... No me vuelvas a dirigir la palabra', le advierte el ovetense a su jefe.

8. Vaya, es lo que hay. En Interlagos, 21 de octubre de 2007, los arañazos entre Alonso y Hamilton sirven para que Raikkonen salga campeón. El español, bicampeón y segundo espada de la escudería favorita, sabía desde el sábado que su coche andaba sin fuelle. Perdió, pero en el podio no podía disimular su satisfacción. Se veía venir. Bye bye, McLaren.

9. El primero, de primeras. Y se hizo real la especulación. Alonso en Ferrari, Montezemolo feliz y Botín radiante. El EQUIPO con mayúsculas, y el piloto capitán. La cuadratura que cuadra con ese estreno de oro en las arenas de Bahrein, 14 de marzo de 2010. Primera carrera, primera victoria en rosso corsa.

10. La rabia que no cesa. Maldita estrategia en Abu Dhabi (14-11-2010), de novatos. Falló el imperio de Maranello y su príncipe español se quedó con cara de hambriento tras empujar hasta la orilla un coche segundón. Casi, al palo. El mejor impulso para la nueva década que abre hoy el chico, camino de la treintena. Buena edad, con mucho por hacer todavía.
(fonte:elmundo.es)

Bjinhus, Tati

A prudência da Hispania

Ainda sem novo carro, Hispania prega prudência para anúncio de pilotos

Se precisar, a Hispania vai esperar até as vésperas do GP da Austrália, que abre o Mundial de 2011, para anunciar quem será o segundo piloto da equipe na temporada. Tudo se mantém misterioso no time espanhol, o único a não ter sua escalação completa.

"Vamos anunciar nas próximas semanas nossos pilotos para 2011", disse um porta-voz da equipe ao site 422 Race. Ainda não se sabe quais são os principais candidatos à vaga, embora Vitantonio Liuzzi tenha confirmado negociações. Giorgio Mondini, que pagou por um teste em Barcelona, está fora da disputa.

A demora em divulgar o nome do companheiro de Narain Karthikeyan é indício das dificuldades financeiras da Hispania, que parece tentar arrecadar a maior quantidade possível de dinheiro. Como o anúncio do segundo piloto do time ainda não está previsto, é bem provável que o escolhido só sente no carro da equipe no primeiro treino livre em Melbourne. Isso se o carro for novo, uma vez que o F111 ainda não foi apresentado.

No último período de treinos em Montmeló, Karthikeyan ficou atrás de Liuzzi e de Mondini. O porta-voz da Hispania negou que a equipe esteja preocupada com a competitividade do indiano, que teve uma passagem apagada pela Jordan seis anos atrás. "Não estamos preocupados com os resultados do testes. Todos sabem que os tempos de volta durante um teste não são as coisas mais importantes, porque os times usam o teste para experimentar e fazer mudanças no carro."

Fonte: Grande Prêmio

Prudência???? Rá rá rá! Agora conta aquela do papagaio que entrou na padaria.

Sem carro e com o histórico do ano passado está difícil achar quem queira pagar para andar (andar mesmo, porque correr... convenhamos, né...) nessa temporada.

Não acho que pagar para andar de Hispania, mesmo sendo na F1, seja um bom investimento de futuro como piloto. No máximo, para contar para os bisnetos ou ir aos GPs. Taí! Tu paga ou acha alguém que te patrocine e acompanha toda a temporada e ainda dá umas voltinhas nas pistas! Não tinha pensado nisso ainda... hummm

Ah! E se o Bahrein não tivesse sido cancelado o que eles teriam feito? Iam só com o Raj?

By Lu

Piloto de fogão

Jenson acabou de twittar

"This is the beast i'll be driving this evening!! ;-)" - Esta é a fera que vou pilotar nesta noite -

E é um lindo fogão!

(putz! Amélia feelings...hahaha)

By Lu

"Há 10 anos..." - Parte 3

Alonso cumple hoy diez años entre los mejores

Eran las 14:00 horas del 4 de marzo de 2001, en Melbourne, cuando la Fórmula 1 comenzó a vivir en España. A esa hora en la ciudad australiana, Fernando Alonso aceleraba su European Minardi en la parrilla de salida y arrancaba la carrera entre los mejores de uno de los deportistas españoles más importantes de todos los tiempos.

En aquel gran premio, Fernando terminó duodécimo, por delante del Renault de Fisichella, y llevó a la meta un coche ensamblado unos minutos antes, su vuelta rápida en carrera fue 3.829 segundos más lenta que la de Michael Schumacher y entró a dos vueltas del alemán, ganador de la prueba. Al día siguiente, AS era uno de los pocos diarios que dedicaba una página al futuro campeón y en las audiencias de televisión la carrera no llegó a las 200.000 personas.

Diez años después, aquel chaval asturiano de gesto serio y piel blanca se ha convertido en uno de los grandes, en el piloto referencia. Alonso llegó a ganar a Schumacher en plena batalla la corona de 2006, ahora es el español quien pilota para Ferrari, ha ganado dos títulos, es el sexto en victorias, el quinto en podios y el segundo en puntos, y la última carrera en la que participó, Abu Dhabi 2010, la vieron casi nueve millones de aficionados. Sus palabras ocupan páginas en todos los periódicos y es el deportista español más seguido en Internet. De carácter polémico, de lejos, y extrovertido, de cerca, destacó en Minardi, triunfó en Renault, salió ileso de McLaren, cumplió en su regreso con los galos y ahora, ya en Ferrari, busca su tercer título.

Sus temporadas en el Mundial

-2001. Debuta en Australia con el Minardi y un duodécimo puesto. Su mejor resultado será el décimo del GP de Alemania.

-2002. Tras la cesión a Minardi, vuelve a Renault para ejercer de probador.

-2003. Su primer año en Renault. Primera pole, Malaisia, y primera victoria, Hungría, la primera con 22 y la segunda ya con 23 años. Entonces era el más joven en conseguirlo. Terminó sexto el Mundial.

-2004. El año de su gran salida en Indianápolis, del noveno al tercero. Terminó cuarto en el campeonato.

-2005. Llegó el primer título con Renault. Siete victorias, siete poles, quince podios... Era el más joven en ganar el Mundial. Fue nombrado Príncipe de Asturias de los Deportes.

-2006. Segundo título consecutivo con los franceses: siete victorias, seis poles y catorce podios.

-2007. Se incorporó a McLaren. Terminó tercero, con los mismos puntos que Hamilton. Cuatro victorias, dos poles, doce podios.

-2008. Regresó a Renault para terminar quinto con dos victorias y tres podios.

-2009. Última temporada con los franceses. Una pole, un podio y noveno puesto final.

-2010. Luchó por el título hasta la última carrera en su primer año con Ferrari. Cinco victorias, cinco vueltas rápidas, dos poles y diez podios. En 2011 inicia su segundo año de rojo.
(fonte: As.com)

Mais tarde volto com mais!

Bjinhos, Tati

O motivo

Villeneuve questiona motivação de Schumi em 2011

Canadense diz que expectativa sobre o alemão no ano passado era exagerada

Jacques Villeneuve, que bateu Michael Schumacher na disputa pelo título de 1997, acredita que o alemão pode perder a motivação neste seu segundo ano de retorno à F-1 caso os resultados ruins continuem.

O canadense, que nos últimos anos tentou várias vezes voltar à categoria, inclusive, com um projeto de time próprio, disse que acompanhou de perto o desempenho do heptacampeão.

"Eu o segui o retorno dele com atenção e ele ainda está em forma e rápido. Demorou um tempo, mas ele não foi tão mal. Mas qual a motivação real dele? No ano passado, ele sorria até mesmo depois de um resultado ruim", explicou Villeneuve em entrevista ao jornal francês "L'Equipe".

O campeão de 1997 também acredita que a decepção com o desempenho do heptacampeão em 2010 foi resultado de um excesso de expectativa sobre a sua volta.

"Todo mundo pensava que ele seria um segundo mais rápido que Nico Rosberg. Mas quando ele estava na Ferrari, ele ficava apenas um décimo à frente do Rubens Barrichello. E com o tempo, na cabeça das pessoas, um décimo se tornou um segundo."

Fonte: Tazio

Olha, eu definitivamente não sei qual é a real motivação de Schumi, mas se tem algo que eu posso esperar do alemão, é que ele não dá ponto sem nó! Ao final da temporada acho que poderemos falar em definitivo se ele acertou ou não em ter voltado!

Beijinhos, Ludy

Mais um contra

Webber critica chuva artificial de Bernie: "Senna se reviraria no túmulo"

Mark Webber atacou a ideia de Bernie Ecclestone de criar chuvas artificiais durante as corridas da F1, usando os exemplos de pilotos excelentes na chuva, como Ayrton Senna e Jim Clark

A ideia de Bernie Ecclestone de criar um 'botão de chuva' para animar artificialmente as corridas de F1 encontrou seu primeiro inimigo público. Em entrevista à BBC, Mark Webber criticou a proposta, citando Ayrton Senna e Jim Clark, craques em correr em pista molhada, e declarando que ambos se revirariam em seus túmulos se o conceito do presidente da FOM fosse posto em prática.

Ecclestone idealizou que, em algumas pistas, sejam instalados sistemas de pequenos chuveiros, a fim de aumentar as chances de ultrapassagem e garantir a emoção das corridas. A Pirelli, fabricante dos pneus da F1 a partir deste ano, apoiou a proposta.

Muito atuante entre os pilotos, Webber foi duro ao refutar a ideia de Bernie. "Não e não. Não seria a forma mais sofisticada de tornar o espetáculo mais interessante", disse.

"Pode ser mais emocionante quando temos algumas condições de tempo diferentes. Mas você tenta pensar em Jim Clark, Jackie Stewart e Ayrton Senna, mestres na pista molhada. Jackie ainda está aqui, mas os outros dois estariam se revirando em seus túmulos se pensassem que teríamos chuveiros e mangueiras ao longo da pista", atacou.

Ecclestone, por sua vez, não pareceu muito preocupado com a rejeição à ideia, declarando à BBC que o sistema pode ser acionado em intervalos aleatórios durante as corridas. "Estou feliz em fazer isso acontecer. Minha ideia é a de que devemos ter um programa que ninguém saiba exatamente qual, e começar em algum momento durante a corrida. Estaria chovendo efetivamente. Poderia talvez parar e talvez chover novamente depois. Ou talvez não. Ninguém saberia", encerrou.

Fonte: Grande Prêmio

Gente do céu!!! Cada vez que leio sobre esta história da chuva artificial de Bernie Ecclestone eu acho que estou tendo alucinações!!! Este homem é maluco!!!

Beijinhos, Ludy

3 de março de 2011

"Há 10 anos ..." - Parte 2

FERNANDO ALONSO: 10 AÑOS DEL DEBUT DE UN MITO

El 4 de marzo de 2001, Fernando Alonso Díaz (Oviedo, 1981) formaba por primera vez en la parrilla de salida de un Gran Premio a bordo de un Minardi en Australia. Diez años después se ha convertido en un símbolo del deporte español, que hasta su irrupción jamás había conseguido una victoria en la Fórmula 1. Era una especialidad con apenas 300.000 seguidores en España, por los seis millones actuales, sólo superados por el fútbol. Fernando recuerda su trayectoria y confiesa sus inquietudes en una entrevista íntima concedida a MARCA en exclusiva.
UNA ENTREVISTA DE MIGUEL SANZ Y MARCO CANSECO

PREGUNTA. ¿Qué recuerda de aquel 4 de marzo de 2001 en el Gran Premio de Australia? ¿Piensa alguna vez cómo era usted y en qué condiciones llegó a la Fórmula 1 con aquel Minardi?
RESPUESTA. Pues no la rememoro mucho. La verdad es que no me suelo acordar nunca de ella. Si hago memoria ahora que me lo preguntas pues me acuerdo, porque tengo bastantes recuerdos de aquel día, pero pensarlo yo…

P. ¿Ni siquiera por cómo vivió el debut?
R. Hombre, tenía una sensación muy buena, de sentirme muy feliz, muy privilegiado de poder estar allí porque siempre el debut es emocionante. Estuve en Australia toda la semana con ganas de que llegara el domingo para debutar porque el lunes ya iba a poder decir que había participado en un Gran Premio de Fórmula 1, así que era una gran sensación.

P. ¿Es verdad que no conocía la cara de muchos pilotos y que Barrichello le pareció… poca cosa físicamente?
R. No, no dije nada de ninguno, pero sí que no les conocía demasiado. Yo siempre había corrido en karting, luego la Fórmula Nissan era siempre en España y la tele no daba la Fórmula 1. Sólo pude haber sabido algo de ellos cuando corrí la F3000, que era el mismo fin de semana de carreras, pero tampoco les veías en el paddock porque no era el mismo, así que conocía muy poco de todos.

P. ¿Se sentía pequeñito?
R. Sí… quizá no pequeñito, pero sí que me sentía raro. Lo que más cambia de la F1 respecto a otras categorías es la atención mediática, las cosas que tienes que hacer con eventos y patrocinadores, las fotos tuyas con el casco y sin el casco, la de la parrilla con todos los pilotos como si fuésemos un equipo de fútbol… Todo aquello no existía en otras categorías, por lo que los días previos a la carrera había toda esta acumulación de cosas que te hacían sentirte, si no pequeño, muy raro, estresado.

P. ¿El Minardi aquél era un ‘hierro’ o ahora que ha probado de todo lo recuerda con cariño?
R. No creo que fuera tan malo, sobre todo el chasis. El motor sí que era un Cosworth desfasado de años atrás y no estaba a un nivel muy bueno, pero el coche, para el debut, era fenomenal: frenaba mucho más que cualquier coche que hubiera probado, aceleraba mucho más, corría mucho más y me parecía que era buenísimo en aquella época.

P. ¿De todas las F1 que ha vivido en 10 temporadas, la más excitante es la de los potentes motores V10?
R. Yo creo que sí, los años 2004 ó 2005 con diferencia, porque el coche era más potente, había guerra de neumáticos entre Bridgestone y Michelin, neumáticos que nos hacían rodar un par de segundos más rápidos, y los motores tenían 900 caballos de potencia. Incluso con la aerodinámica tan precaria que teníamos hace seis años comparada con la de ahora, en Cheste rodábamos en 1:08 por 1:14 de ahora, seis segundos más rápido. Esos coches serán difícilmente igualables.

P. ¿Algún día contará la verdadera historia del ‘no’ a Ferrari en 2001?
R. Pues es que no hubo tampoco nada firme. Tenía la oportunidad de correr con Prost, que tenía motor Ferrari, que es como si ahora alguien tiene la oportunidad de correr con Sauber o con Toro Rosso, no tienen nada que ver con Ferrari. Prost sólo tenía motor Ferrari y la oferta era correr allí y luego a lo mejor ser probador de Ferrari o a lo mejor no y tener que volver a la F3000. No me aseguraban nada, mientras que Renault... pues sí que me ofrecía una posibilidad con una perspectiva mejor, correr en Minardi un año pero luego entrar en Renault oficialmente y máximo ser un año probador para, al final, poder correr.

P. Al final ganó usted esa batalla, el tiempo lo ha demostrado.
R. Bueno, gané dos campeonatos con Renault y no me quejo, me salió bien aquello.

P. ¿Diez años después uno sigue amando este deporte o el tiempo lima todos los cariños?
R. Sí, sí [rotundo]. Lo entiendes mejor también, sabes que no son sólo carreras de coches, que la Fórmula 1 también es mucho negocio e intereses. Tienes que quererlo con las cosas buenas y las malas que tenga.

P. ¿Ha cambiado el punto de vista sobre algunos temas que antes no soportaba?
R. Sí, claro. Acabas viendo que no es una competición pura y dura, que los coches no son iguales, que las reglas no son iguales para todos a veces. Sabemos que hay que aceptarlo así porque quizá parte del encanto de la Fórmula 1 también venga por esto, porque si no sería una GP2 y la GP2 no tiene el interés de la Fórmula 1.

P. No sé si sabe el dato. En el 75% de las carreras que ha disputado ha quedado igual o mejor que de donde salía antes de llegar a meta o retirarse. Sólo Schumacher tiene un porcentaje similar en esta década. ¿Qué le dice esto?
R. [Se ríe] Nada… no lo interpreto de ninguna manera en particular, sólo que he tenido siempre suerte de contar con coches muy buenos en mi carrera. De los peores coches que he tenido igual fue el R29 de 2009 y con ése logré un podio en Singapur. Ya quisieran algunos que uno de los peores coches que tuvieron les permitiese lograr un podio, pensando en la gente que corre en Sauber o Force India o estos equipos. Así que he tenido suerte.

P. ¿Pero no define a un campeón que siempre esté por encima de su coche?
R. No lo sé… [pausa larga]. Creo que es difícil valorar los resultados de un coche o un piloto. Tú haces tu trabajo y eres lo más profesional posible para ayudar a tus equipos. Nada más. Sólo que siempre intentas dar el máximo.

P. Oiga, que modesto es. ¿Nunca se ha sorprendido a sí mismo?
R. Pues… [larguísima pausa]

P. ¿Nunca se ha dicho ‘¡coño, que bueno soy!’?
R. Es que si te sorprendes siempre es de manera negativa. Cuando haces la cosas bien, todo va bien y a veces si te sales de la pista o te subes a un bordillo, haces medio trompo y te adelanta un coche, cuando acaba la carrera te exiges a ti mismo que eso no vuelva a pasar porque es un error que no tenía que haber ocurrido.

P. ¿Se ha sentido alguna vez en inferioridad de condiciones con algún rival o compañero? ¿Ha pensado ‘éste es mejor que yo’?
R. No. Sabes que muchas veces es imposible luchar con muchos equipos, como era el caso de 2003, 2004, 2008 ó 2009, donde Ferrari o McLaren dominaban claramente y tú estabas en Renault o Minardi y te tienes que contentar con sextos, séptimos o algún podio de vez en cuando. Ahí sí que te resignas un poco a que es imposible luchar de tú a tú con ellos porque van demasiado rápido.

P. ¿Y en inferioridad de trato?
R. Seguramente en el año en McLaren, en 2007, me sentía un poco fuera del equipo en sí, no compartía prácticamente nada de lo que hacían.

P. ¿Se arrepiente de alguna cosa que haya dicho en todo este tiempo, o si la lee ahora la matizaría?
R. No [rápido] Todo estaba muy pensado y lo que dije fue sabiendo lo que decía y la verdad que decía. Si molestó la verdad alguna vez no era problema mío en ese momento.

P. ¿El tamaño de uno se mide por el número de sus enemigos, o de sus amigos?
R. Mira, mi preocupación no es retirarme de este deporte con más amigos que enemigos, yo no corro en la Fórmula 1 para hacer amigos, sino para lograr muchos títulos. Porque significaría que para lo que me han contratado, he cumplido. En todo caso sí que creo que valoras a las personas por el cariño que se les muestra o los amigos que tiene, como ha pasado ahora con el accidente de Kubica. Ha habido una respuesta unánime detodo el paddock, todos los equipos, todos los pilotos, porque es un piloto diferente, con su carácter, con su todo, pero querido en general. Cuando pasa algo como esto se demuestra todos los amigos que tiene o todo el cariño que se le puede tener y esto es bonito.

P. En 2006 decía que no se veía hasta los 37 años corriendo y de repente, casi de la noche a la mañana, se ve otra década rodando por el mundo. ¿Qué ha ocurrido entre tanto?
R. Pues sí, creo que en aquel momento pensaba que ya era bastante, quería vivir también algo de esta vida que pierdes y tampoco pensaba encontrarme tan a gusto como me encuentro ahora en Ferrari. Ahora tengo otro nivel de ver las cosas, otra paciencia. Estar en Ferrari ha sido una bonita sorpresa, es mucho mejor de lo esperaba y eso que esperaba un equipo de leyenda, mágico, pero es más de lo que se ve desde fuera. Por eso ahora no tengo prisa por marcharme, aquí disfruto haciendo segundo, octavo o el 23º, disfruto por el hecho de pilotar un Ferrari.

P. Ahora lleva usted ese Ferrari, puede adelantar mejor, siempre ha sido de los que arriesgan en esa maniobra hasta
con el Minardi. Que ahora sea más fácil con tanto alerón y kers, ¿le molesta?
R. No, creo que no molesta. Es cierto que va a haber más oportunidades y todos vamos a aprovecharlo, los que tienen más facilidad para adelantar tendrán algo más de ventaja extra y los que tenían más dificultad pues ahora tendrán alguna posibilidad, pero va a seguir habiendo diferencias entre los que adelantan mejor o peor.

P. Senna dijo una vez: “Todos los años hay un campeón, pero no siempre hay un gran campeón”. ¿Lo comparte?
R. Seguramente es cierto. Siempre tiene que ganar alguien, pero luego, en la historia de la Fórmula 1, si le preguntas a cualquiera te dice 10 nombres, no te dice más, porque son los que han calado o los que han hecho algo extraordinario. Y esos nombres siempre son los de Lauda, Fangio, Prost, Senna y toda esta gente. Campeones hubo muchos más, sólo que quedan olvidados.

P. No se incluye.
R. Cuando me retire, a ver si he ganado lo suficiente para ser recordado. Y si no lo soy, pues me retiraré igualmente muy contento y orgulloso de la experiencia vivida en este deporte.
(fonte: MArca.com)

E ainda tem gente que diz que Alonso é arrogante e se acha o melhor!? Eu devo ter o senso comprematido mesmo! rsrs

Agora um vídeo de 2001... quase uma raridade! Viva o Youtube! hehe


Amanhã eu volto com mais uma parte da entrevista do MARCA e também outras coisinhas que vou preparar para vocês. Se possível um texto... vamos ver! Aguardem!

Bjinhus, Tati