27 de agosto de 2015

F1 stars Jenson Button and David Coulthard try World Rallycross

F1 stars Jenson Button and David Coulthard try World Rallycross

McLaren-Honda Formula 1 driver Jenson Button joined 13-time grand prix winner David Coulthard at Lydden Hill on Wednesday to test a pair of World Rallycross Championship Supercars.

Driving the cars for a BBC F1 feature that will be aired later in the season, Button completed a number of laps in a JRM Racing Mini, while Coulthard drove the Citroen DS 3 currently used by British driver Liam Doran.

"Today has been a mega experience and completely different to what I am used to," said 2009 F1 champion Button.

"The cars are a lot more powerful, but the same principles still apply.

"You need a huge amount of skill to drive these cars; on your own it's scary enough, never mind going up against another four or five drivers."

Rallycross Supercars have faster acceleration than an F1 car from a standing start up to 100km/h, and Button was impressed by the Mini's performance.

"It's got so much power you think it's going to be easy; get to the apex pull the handbrake and off you go," said Button.

"But it's not like that at all. It's absolute madness but it's what you think of as a child - the buzz, the action, the sliding. It was a mega experience."

Button's heart is close to rallycross, his late father John successfully competed in the category in the 1970s, with a best result of second in the British Rallycross Championship in 1976, driving a Volkswagen Beetle. He later competed in a Mk1 Golf.

Before driving the modern Supercar, Button sampled his father's era by driving the 1974 Volkswagen Beetle currently run by James Harrold in the Retro Rallycross Championship in the UK.

"I grew up with rallycross, I used to watch my dad racing and I used to love hearing the car," he said.

"I would not have become an F1 world champion if it hadn't been for my dad and the grassroots of rallycross - that was where I caught the motorsport bug."

Coulthard is also no stranger to rallycross, he attended the Norwegian round of World RX last year and also drove a Marklund Motorsport Volkswagen Polo Supercar car at the Race of Champions in Barbados last December, where he beat World RX champion Petter Solberg in a head-to-head race.

"Rallycross is highly skilled, because the drivers have to deal with an ever-evolving mix of asphalt and gravel that changes from lap to lap. I have tremendous respect for the drivers," said Coulthard.

"It's fantastic to try this sport which really makes me appreciate how skilled these guys are.


"It's great to see that the championship is growing so much too. I've watched it a bit of it in the past year but you can't play at this sport - it has some serious world-class competition."
(fonte: Autosport.com)

 Bjuss, Tati

Raridade: Jenson Button , Dan Wheldon, Anthony Davidson - Karting

Vi no tumblr...

  ***

Olhem a raridade...

Aí estão Jenson Button, Anthony Davidson, Justin Wilson, Dan Wheldon...

Bjusss, Tati

Patrick Dempsey working on new F1-based TV show

Patrick Dempsey working on new F1-based TV show

By: Charles Bradley, Editor in Chief

American actor and racing driver Patrick Dempsey plans to produce a new television series based on the events of the 1961 Formula 1 World Championship.

Dempsey, who is best known for his role as Dr Derek Shepherd in Grey’s Anatomy, has increased his motor racing schedule in recent years and is now a regular GT class competitor at the Le Mans 24 Hours.

Now he plans to combine his two careers, and is working on a new racing-based project for TV.

“It is based on the book The Limit, which describes the World Championship fight between Phil Hill and [Wolfgang] Berghe von Trips in 1961,” said  Dempsey.

“We want to tell the story of these men and their lives in a TV series, but we still have a long way to go. The female protagonist is based on a real person: Denise McCluggage, who was a really good reporter and an excellent driver.

“The series shows her relationship with the other drivers. This is one project I’m working on.”

Hill won the 1961 world title, after Ferrari teammate von Trips was killed at Monza, the penultimate round of the championship, after colliding with Jim Clark. The accident also claimed the lives of over a dozen spectators.

Increasing his focus on racing 

Dempsey has been racing cars for decade, and formed his own team – Dempsey Racing. He is competing fulltime in the World Endurance Championship in a Porsche.

“2015 is a year of development for me,” said Dempsey. “I’m working on new projects, both in racing and acting/producing – this is the direction I want to go.”

His character in Grey’s Anatomy was killed off in April, and he said he was committed to “focusing now on developing and racing and being a father to my children”.

“My kids are the love of my life, but racing is right up there,” he added. “I find it challenging and satisfying; it is like a dream come true to be able to race with the best of them. You can be a great driver, but you need to have a great team.

“Everything has to work perfectly; everyone has to work together as a whole package, so it is a lot like a chess game really.”

Fonte: motorsport.com

Olha só a lindeza desta notícia. Já estou amando!!!! F1 + série de TV = Perfeição. Count me in Patrick!!!. 

Uma série de TV baseada na F1? Amei!!!! E a história para o seriado também já está mega blaster master aprovada. Só espero que Bernie permita, porque nós bem sabemos como ele é chato e possessivo com a imagem da F1.

Ai.... McDreamy é vida né gente? Sim porque ele sempre será McDreamy para mim, não importa o que a louca da Shonda Rhimes tenha feito com o personagem dele em Grey's Anatomy.

Putz!!! Vou acompanhar esta história de perto! #queromuito

Beijinhos, Ludy

26 de agosto de 2015

Octeto Entrevista: Evelyn Guimarães

Oi gente! Última quarta-feira de agosto e como prometido, estou aqui novamente para mais um Octeto Entrevista. E neste mês temos uma convidada especial.

Quem acompanha automobilismo diariamente como a gente, com certeza conhece Evelyn Guimarães, jornalista e editora do site Grande Prêmio.

Eu a convidei porque gostaria de compartilhar mais uma vez com vocês a rotina de uma jornalista que trabalha com automobilismo. É sempre bacana vermos as mulheres construindo sua história neste meio tão dominado pelo homens. #girlpower

Então curtam o papo muito bacana que tive com a Evelyn e deixem seus comentários! 

Nossa entrevista do mês

1. Evelyn, fale um pouquinho sobre você, um perfil básico.
Bom, sou curitibana, aquariana... Brincadeirinha... Sou jornalista e editora do site Grande Prêmio, especializado em esportes a motor. Nem sempre fiz isso para viver, já trabalhei em rádio e TV aqui em Curitiba, mas também já pensei em ser veterinária, advogada, historiadora e diplomata. E acabei mesmo no jornalismo, porque sempre gostei de escrever e contar histórias... Em um lado mais pessoal, sou uma pessoa calma, adoro animais, comidinhas e docinhos. Sou uma pessoa cautelosamente otimista sobre tudo e apaixonada pelo que faço.

2. Você trabalha como jornalista especializada em automobilismo. Como foi a sua trajetória? Você tem um ídolo ou uma referência na área?
Aconteceu meio por acaso, foi uma aposta, depois dos pequenos trabalhos que fiz aqui e ali em Curitiba. Eu já conhecia o Flavio Gomes, o dono do site Grande Prêmio, e quando me mudei para São Paulo, em 2007, resolvi tentar a sorte. Fiz um teste, depois um treinamento com o Victor Martins, o diretor-executivo do site, e entrei, mas nunca achei que fosse durar tanto. Adoro o meu trabalho, a adrenalina do hard news, a apuração nas informações, os personagens que vão surgindo com cada nova história, a ‘disputa’ pelo espaço com a concorrência e tudo mais. Adoro o esporte a motor desde sempre, então fui incrivelmente sortuda, ainda mais porque também trabalho com o jornalista que, para mim, sempre foi uma grande referência, que é o Gomes. Sou uma apaixonada por tudo que a internet proporciona também. É uma maneira ainda nova de jornalismo, e sempre gostei de ideias inovadoras, do diferente, então acho que me encontrei nesse meio.

3. Ser mulher e cobrir esportes que são da esfera masculina é sempre complicado. Por trabalhar com automobilismo, em algum momento da sua carreira você já sentiu algum tipo de preconceito?
Ainda há barreiras neste sentido, sim. Sempre tem aquele que torce o nariz, que ignora a sua presença ou solta pequenos comentários, mas nunca me deixei abalar por isso. Sou profissional e lido com essas situações dessa maneira. Nem sempre é fácil, mas tento fazer o meu trabalho de maneira honesta e profissional. Felizmente, trabalho em uma empresa em que nunca senti qualquer diferença no tratamento com os chefes e entre os colegas. Somos todos tratados com igualdade, todos têm as mesmas chances e temos liberdade para tudo.

4. Qual foi o momento mais embaraçoso e aquele inesquecível que você poderia destacar nestes anos em que trabalha como jornalista de automobilismo?
Mais embaraçoso? Olha, esse episódio entrou para a história das coberturas do site. Bom, a cobertura ‘in loco’ é a mais prazerosa de todas, e nós sempre temos por hábito pensar pautas diferentes, tentar novas visões do evento e etc. E esse episódio aconteceu no primeiro ano da Indy no Anhembi. Pouco antes da largada, nós estávamos voltando dos boxes – do Pavilhão do Anhembi – para a sala de imprensa. O nós aí: Victor Martins, o chefe, o João Paulo Borgonove, o Borgo, e eu. Mas eu ainda não estava satisfeita, porque não tive acesso à área dos pits, para onde os carros estavam sendo levados antes da prova.

Eu estava muito ansiosa para entrar naquela área, sempre tem o que apurar, o que descobrir e achei que seria legal dar um pulinho ali antes do início da prova. Só que não era uma área permitida a jornalistas, evidentemente, mas eu tentei dar aquela driblada nos fiscais, tentei me escondeu atrás de um carro de serviço, mas fui pega... E levei uma bronca do fiscal, na tentativa de me fazer de transparência ali... E tudo bem na frente do chefe. É, não foi fácil... Ainda é uma história recorrente.

Agora quanto ao momento inesquecível... Ah, eu tenho muitos nesses anos de cobertura do esporte e guardo todos com o mesmo carinho. A primeira entrevista com Michael Schumacher, em um evento de kart que o Felipe Massa costumava fazer em Santa Catarina. A primeira vez que fui a Interlagos cobrir a F1 com credencial de imprensa. O primeiro GP fora do Brasil, que foi em Spa-Francorchamps. A primeira vez que pisei em Indianápolis e o fato de ter acompanhando tudo desde a formação do grid até a largada das 500 Milhas. Todos momentos inesquecíveis mesmo.

5. A paixão por corridas veio como herança de família ou foi algo que você aprendeu a curtir sozinha?
Posso dizer que é uma herança de família, sim. O meu pai sempre gostou muito de automobilismo, motociclismo, mas também de outros esportes, como futebol, vôlei, tênis. E sempre gostou muito de ler, assim como a minha mãe, então foi meio que natural. Eles passaram esses hábitos para mim. Mas também sempre fui muito curiosa, queria saber mais, como, onde, por que... Então, acho que já era um pouco jornalista sem saber.

6. Como você vê a participação feminina nas pistas? Acredita que a F-1, por exemplo, algum dia voltará a aceitar uma mulher em um de seus carros?
Eu acho que ainda há poucas garotas no esporte. Acredito que o problema maior é a falta de incentivo e investimento, de preparação de base, de fazer as meninas acreditarem que podem, sim, enfrentar os meninos de igual para igual. Também pesa aí o fato de que é um esporte caro, elitista, e isso limita muito o aparecimento de novos talentos, o que vale para os meninos também. Eu acredito que a F1 está aberta a isso, sim. Ainda não é tão ‘fácil’ quanto nos EUA, com a Indy e a Nascar, por exemplo, mas é uma situação que vai acontecer mais ou cedo ou mais tarde, mas é preciso formar pilotas competitivas.


7. Vamos para o assunto principal do nosso papo aqui, e já vou começar com uma pergunta “fácil”. Quem foi o melhor piloto da história para você? E a melhor equipe?
Eu acho que é complicado apontar o melhor de todos os tempos, porque esbarramos em épocas diferentes, regulamentos distintos, carros, o momento vivido por cada um em determinado campeonato. Eu diria que o maior da história é Michael Schumacher, por conta dos títulos, da história que construiu com a Ferrari. No auge da carreira, era praticamente imbatível, e eu acompanhei bem a carreira dele. Mas nomes como Ayrton Senna, Alain Prost, Juan Manuel Fangio também precisam ser levados em consideração nessa lista aí.

Creio que a melhor equipe tenha sido a McLaren de 1988. Além de um carro quase perfeito, um motor afiado da Honda, a equipe ainda tinha dois dos maiores pilotos de todos os tempos: Ayrton Senna e Alain Prost. E que viveram, em igualdade de condições, a maior rivalidade da história da F1.

8. E atualmente, quem é o melhor piloto do grid na categoria de Bernie Ecclestone?
Essa é difícil, hein? Gosto muito do estilo do Lewis Hamilton. Acho que a velocidade e o arrojo dele encantam demais. Mas creio que a F1 não tem um único melhor piloto atualmente. Eu diria que tem três caras que se completam e são fora de série, geniais de muitas formas. Então, o ideal seria uma mistura de Hamilton, Sebastian Vettel e Fernando Alonso.

9. Sobre o Mundial 2015 de F-1, se você tivesse que apostar suas fichas em um dos pilotos da Mercedes para o título, qual deles escolheria: Lewis ou Nico?
Lewis Hamilton.

10. Qual categoria automobilística mais te impressiona quando você vai fazer uma cobertura in loco? E como torcedora?
A mais impressionante é a F1, pela história e pela grande importância que possui para o automobilismo mundial. Além disso, ainda há todo o investimento das equipes, do campeonato todo em si, são 20 etapas, além da quantidade de jornalistas envolvidos. Como torcedora, a categoria do automobilismo é a Indy. Agora do esporte a motor em geral, eu diria que a MotoGP é a categoria mais empolgante, tanto para quem cobre quanto para quem vai ao autódromo assistir.

11. Gostaria de saber qual a sua opinião sobre os torcedores brasileiros, como nós aqui no Octeto Racing Team, que temos preferências pelos pilotos estrangeiros? Você acredita que o automobilismo é um esporte sem esta amarra da nacionalidade?
Eu acho que as pessoas são livres e têm todo o direito de torcer para quem quiser. Acho um pensamento um tanto limitado ter de “torcer” para um brasileiro sempre, ou seja lá de que compatriota. Não faz sentido algum. É um esporte mundial, tem gente de todas as partes, talentos de todas as partes.

12. Como é a sua rotina de trabalho no Grande Prêmio em um dia de transmissão da F-1? Seja in loco ou daqui do Brasil.
A cobertura ‘in loco’, claro, é bem mais intensa. A gente começa muito cedo, muitas horas antes da largada, e encerra tarde, muitas horas depois da bandeirada. No caso da F1, quando você está na pista, há uma série de entrevistas programadas pelas próprias equipes, então eu procuro, na medida do possível, ir a todas, ouvir os protagonistas, questioná-los e apurar as informações. Também, sempre temos pautas extras a cumprir e sempre existe aquela história que não é tão óbvia e que pode render um grande material. Por isso, o importante é estar atento a tudo, observar e questionar. E tudo isso procuramos levar ao leitor por meio dos relatos das corridas e treinos, textos especiais, análises e demais notas, além da transmissão ao vivo.

Quando estamos longe, também começamos mais cedo e terminamos bem mais tarde, mas a seriedade e a busca pela informação são as mesmas. Então, ficamos sempre atentos às nossas fontes, às redes sociais, ao noticiário internacional e aos jornalistas que também fazem a cobertura ‘in loco’. Evidentemente, tudo precisa ser devidamente checado e avaliando antes de ir ao ar. Também procuramos ter senso crítico sobre tudo que acontece.

13. Se pudesse dar um conselho a alguém que está querendo investir na carreira de jornalista especializado em automobilismo aqui no Brasil, o que você falaria?
Eu diria que é uma área bacana para trabalhar, prazerosa e que pode levar aos lugares mais legais do mundo, mas também é extremamente exigente. Os plantões são longos, o trabalho é intenso e acaba sendo sempre nos finais de semana, então tudo isso tem de colocar na balança. Também é preciso muita dedicação, esforço e tempo. Procurar se aperfeiçoar, conhecer a história do esporte, de seus personagens, ter um bom português e aprender outras línguas. Logicamente, a língua ‘oficial’ da F1 é o inglês — não só da F1 —, mas nunca é demais saber outros idiomas. Quanto mais, melhor. Na verdade, o segredo é se preparar bem, checar sempre as informações, ter isenção, ter um olhar crítico e fazer a diferencial. É uma área concorrida? É, sim. Mas a preparação, conhecimento do assunto, um bom texto sempre são elementos que ajudam a conquistar espaço neste meio.

14. Se você fosse chefe de uma equipe de Fórmula 1 e pudesse contratar dois pilotos que fazem parte do Octeto Racing Team (Kimi Räikkönen, Fernando Alonso, Sebastian Vettel, Jenson Button, Nico Rosberg, Jarno Trulli, Jacques Villeneuve, Juan Pablo Montoya ou David Coulthard), qual seria a sua dupla e por quê?
Outra pergunta difícil... Eu gostaria de ter na minha equipe Fernando Alonso e Sebastian Vettel. Acho que os dois se completam, são pilotos inteligentes, de tocada limpa e segura, conhecem bem seus carros, são velozes e constantes. Não sei se o relacionamento seria dos melhores. Mas acredito que sim pela maturidade de ambos neste momento da carreira.

15. Para encerrar, aqui no Blog do Octeto, somos apaixonadas pelo automobilismo e dedicamos um pouco de nosso tempo para um assunto predominantemente do público masculino. Adoramos ir às corridas e discutir automobilismo. Você acha que ao longo dos anos (principalmente com a internet), o número de garotas que curte automobilismo cresceu? Como você vê a presença das mulheres como blogueiras, torcedoras que vão aos autódromos porque amam corridas (e não por conta de influência masculina próxima) e que participam de fóruns/ grupos na internet discutindo automobilismo?
Acho fantástico! E acho que cresceu muito sim e a internet é uma das razões. E temos de ter mais e mais meninas no esporte, escrevendo sobre e fazendo parte mesmo, não tem essa de esporte masculino. Eu frequentei muitas vezes as arquibancadas em Interlagos na F1 e, a cada ano, havia mais meninas. No paddock da F1 também há cada vez mais mulheres, não só jornalistas, mas engenheiras, mecânicas, assessoras e chefes de equipes. O mundo felizmente está mudando, e nós temos de aproveitar. No Grande Prêmio, por exemplo, tenho mais duas colegas, a Juliana Tesser, setorista de MotoGP, e a Nathália de Vivo, que também é nossa repórter. Quando entrei, era só eu e hoje já somos três!

E esta foi a entrevista que fiz com a Evelyn para vocês. Espero de verdade que tenham curtido.

Quero aproveitar a oportunidade e novamente te agradecer, Evelyn, por ter dedicado um pouquinho do seu tempo (que eu sei é mega corrido) para conversar comigo e os leitores do Octeto. Adorei suas histórias!!! Muito obrigada mesmo!

Bom gente, mês que vem estaremos de volta. E se quiserem ler as entrevistas que já fiz com outros jornalistas que conhecemos, fiquem à vontade. Aqui vocês têm Rodrigo Mattar, Alessandra Alves e Rafael Lopes.

Beijinhos, Ludy

Momento Felícia

Momento Felícia do dia fica por conta de Nico e Bailey estourando a escala de fofura!


By Lu

25 de agosto de 2015

Quando você lê algo assim...

PQP! Isso é humilhante! Nada contra a Manor, mas PQP! Pensa só... afffffffff


McLaren-Honda... criem vergonha na cara!!! E aproveitem de criem um CARRO também!

Grata!

Bjusss, Tati

Bolão do Octeto - Bélgica 2015

Boa noite gente!!!!! Depois das férias, estamos de volta com a F1 e nosso bolão. 

E vou dizer o seguinte, depois dizem que mulher não entende de automobilismo! rsrsrs... As garotas estão arrasando no nosso bolão!!!! #girlpower 

As maiores pontuadoras da rodada foram as irmãs Nay e Kitthy Souza! 

Resultado pós GP da Bélgica
clique na imagem para ampliar

Resultado oficial - GP da Bélgica 2015 

Pole: Lewis Hamilton (Mercedes) 
P1: Lewis Hamilton (Mercedes)
P2: Nico Rosberg (Mercedes)
P3: Romain Grosjean (Loyus F1 Team)
P4: Daniil Kvyat (Red Bull) 
P5: Sergio Perez (Force India)
Volta mais rápida: Nico Rosberg (Mercedes) 
1º a abandonar: Pastor Maldonado (Lotus F1 Team) 

Fonte: www.formula1.com

É isto gente! Se notarem algum problema, me mandem um e-mail.

Beijinhos, Ludy

Último dia de pré-temporada da F-E


Hoje foi o último dia de testes da pré-temporada da F-E, em Donington Park, na Inglaterra.

Quem liderou o treino foi Nicolas Prost e se quiserem ler sobre o que rolou por lá, basta clicarem aqui.

Nosso octete estreante na categoria, Jacques Villeneuve está empolgado com o que está por vir. Vocês podem ler o que o canadense está achando da F-E lendo a matéria neste link.

Hoje ele ficou com o 9º melhor marca entre os quatorze que foram para pista.

A temporada 2015/2016 da F-E estreará no dia 17 de outubro, em Pequim, na China.

Beijinhos, Ludy

Descanse em paz Justin

Ontem, quando saiu a notícia do falecimento de Justin Wilson eu fiquei realmente triste. Não postei nada por aqui porque sinceramente, estas coisas acabam comigo e é de cortar o coração vermos mais um piloto morrer fazendo o que ama. Eu precisava processar.

Nós, torcedores de automobilismo (assim como os pilotos, seus familiares e todos os envolvidos), sabemos dos riscos deste esporte, temos consciência do perigo e das consequências que ele traz, mas nunca conseguimos estar preparados para situações como esta. #Éimpossível

Como fã deste esporte tão perigoso eu só peço a Deus que dê o conforto necessário à família de Justin. Especialmente à mulher dele e a estas duas pequenas da foto. 

Descanse em paz Justin.


Beijinhos, Ludy

Um pouco de sorte

Decepcionado com falta de resultados, Räikkönen pede “um pouco mais de sorte” para Ferrari

Kimi Räikkönen não escondeu o incômodo com o azar que vem afetando o trabalho da Ferrari nas últimas provas do campeonato. Na visão do veterano, que agora está garantido em Maranello até o fim da próxima temporada, tudo está sendo feito da forma correta, só falta mesmo um pouco mais de sorte

Uma primeira olhada na tabela de pontos do Mundial de Pilotos em 2015 indica uma grande superioridade de Sebastian Vettel sobre Kimi Räikkönen. Afinal, o alemão soma 160 pontos, quase o dobro de Kimi, que acumula 81. Mas diferente do tetracampeão, que viu a bandeirada em todas as 11 etapas até o momento, o piloto finlandês abandonou três corridas: Austrália, Áustria e Hungria. Em Budapeste, especificamente, o veterano perdeu uma chance de ouro de completar uma dobradinha da Ferrari depois de perder potência na parte final da prova.

Circunstâncias como essa, aliadas aos problemas que ocorreram no fim de semana do GP da Bélgica — Kimi largou apenas em 16º —, fazem o veterano de 35 anos clamar por dias de mais sorte, apenas.

“Seguimos tentando, e espero que tenhamos um pouco mais de sorte. Estamos fazendo as coisas certas, nós só não estamos conseguindo os resultados. Isso é decepcionante não só para mim, mas para a equipe”, lastimou o piloto.

Mesmo tendo largado do fim do grid, Räikkönen fez uma prova de recuperação, teve de lidar com alguns problemas, mas terminou em oitavo. O resultado, contudo, acabou sendo desfavorável porque Felipe Massa, da Williams, empatou com Kimi na classificação do Mundial — o nórdico está à frente do brasileiro por ter como melhor resultado o segundo lugar no GP do Bahrein, contra o terceiro de Felipe na Áustria. 

“Tivemos dois problemas, e isso prejudicou muito os dois carros. Estávamos bem na sexta-feira e, no fim das contas, os resultados finais não nos trouxeram muita coisa”, lamentou Kimi, também fazendo menção ao problema de Sebastian Vettel, que teve o pneu traseiro direito furado na última volta do GP da Bélgica, o que lhe fez perder o pódio para Romain Grosjean. 

Mas apesar de clamar por mais sorte, Räikkönen reconhece que a próxima etapa da temporada não será nada fácil. O palco da 12ª etapa do Mundial será no mais rápido circuito do calendário: Monza, na Itália. A julgar pelo desempenho dos carros impulsionados pelo motor Mercedes em Spa, a perspectiva de Kimi para a Ferrari no GP da Itália não é muito animadora mesmo com as atualizações que o time prepara para semana que vem. 

“Se você olhar para a classificação, a maioria dos carros empurrados pela Mercedes estava no top-10, então acho que eles têm um pouco mais de vantagem nesse tipo de circuito. Espero ter um grande fim de semana na corrida em nossa casa, mas, novamente, haverá muitas grandes retas. Não vai ser fácil contra todos os carros novos, mas vamos levar algumas coisas novas e espero que isso nos coloque na briga”, concluiu.

Fonte: Grande Prêmio

Sinceramente, eu já me conformei. É o pior tipo de sentimento, mas é o único que tenho. Nada mudará. Esta é a única realidade para Kimi na Ferrari. Tem sido assim desde que ele voltou para esta equipe inútil.

Beijinhos, Ludy

Eu tenho que rir...

Ferrari cita relação com Vettel para justificar permanência e nega que Räikkönen seja um piloto de “baixo custo”

Chefe da Ferrari, Maurizio Arrivabene citou o resultado de uma pesquisa da GPDA que apontou Kimi Räikkönen como o piloto mais popular da F1, mas destacou que o apreço dos fãs não teve influência na renovação do contrato. Dirigente citou que o finlandês não é um piloto de “baixo custo” e tem uma boa relação com Sebastian Vettel.

Embora no centro de muitas especulações e alvo do interesse de muitos pilotos, a Ferrari decidiu renovar o contrato de Kimi Räikkönen, que, assim, seguirá como companheiro de Sebastian Vettel na temporada 2016 da F1.

Mesmo reconhecendo a popularidade do piloto de 35 anos, Maurizio Arrivabene, chefe da Ferrari, afirmou que o apreço dos fãs pelo finlandês não motivou a decisão de Maranello, tampouco a beleza de Kimi.

“A GPDA fez uma pesquisa muito séria e cuidadosa sobre quais pilotos são os mais apreciados pelos fãs, e Kimi foi o primeiro”, lembrou Arrivabane, que antes de chegar ao comando da Ferrari, era um executivo de marketing da Marlboro. “É óbvio que nós não o confirmamos por esta razão, nem porque ele tem olhos azuis e cabelo loiro. Nós renovamos com ele, pois, quando você está reunindo um time jovem, você precisa encontrar o equilíbrio certo”, seguiu. 

“Kimi é um campeão e se dá muito bem com Seb, dando uma grande contribuição ao time de desenvolvimento”, reforçou. 

Ainda assim, alguns rumores sugerem que Räikkönen reduziu seu pedido salarial para 2016, mas Arrivabene garante que o finlandês não é um piloto de “baixo custo”. 

“Tem voos de baixo custo, mas não vejo muitos pilotos de baixo custo em um determinado nível”, considerou. “E isso se aplica a jogadores de futebol, pilotos e, de forma mais geral, aos atletas top de qualquer disciplina”, concluiu.

Fonte: Grande Prêmio

Só Kimi não enxerga o tipo de "ser humano" que é Arrivabene. E como isto me irrita!

Cada vez que ele abre a boca para falar o que quer que seja sobre o Iceman, minha vontade é de fazer isto...



Beijinhos, Ludy

24 de agosto de 2015

A fighter

Eu olhei esta foto e só me veio esta frase na cabeça:

"I am what I am. A fighter." 
Gordon Ramsay

http://surfergarfield.tumblr.com/

Bjuss, Tati

Trulli confirma dupla de pilotos da Trulli

Carlinha Perez (com 15 anos na época) e Salvador Durán
Dono de equipe, Trulli deixa F-E como piloto e traz Durán para seu lugar. Liuzzi completa dupla para nova temporada
Jarno Trulli está fora da segunda temporada da história da F-E. Ao menos, como piloto. Nesta segunda-feira, a sua equipe anunciou a dupla de pilotos para o segundo ciclo da categoria dos carros elétricos, confirmando a permanência de Vitantonio Liuzzi e a contratação do mexicano Salvador Durán, que vai substituir justamente Trulli, que ficará restrito ao trabalho como dono do time.

Salvador chega cheio de moral à Trulli depois de correr neste primeiro ano de F-E pela equipe Aguri. O mexicano de 30 anos fez sua estreia em Punta del Este com o carro #77 e conquistou como melhor resultado o sexto lugar nas ruas de Moscou. Agora, Durán tem a dura missão de substituir o patrão na equipe Trulli.

“Estou muito feliz por me unir à equipe Trulli e super empolgado sobre a nova temporada e o trem de força da Trulli, o Motomatica JT-01. Espero que a gente possa lutar pelas posições da frente e mal posso esperar pelo meu primeiro teste”, declarou o novo piloto do time.

Mas o respaldo do experiente piloto junto ao chefe de equipe, Lucio Cavuto, é bastante grande. “Ele é um piloto para o qual estávamos olhando no ano passado, e ficamos muito impressionados com sua evolução durante o campeonato”, destacou o italiano.

Cavuto pediu tempo e paciência a Durán devido aos problemas enfrentados por Liuzzi nos primeiros testes de pré-temporada, no qual a Trulli testou o trem de força fabricado pela Motomatica e não conseguiu encontrar o melhor desempenho.

“Ficamos muito felizes por ele confiar em nós apesar de dois testes bem difíceis. Mas nós introduzimos isso em nosso projeto, e ele viu o quão duro estamos trabalhando e que nosso projeto é muito ambicioso”, afirmou.

Fonte: Grande Prêmio

De piloto à chefe lá se vai Trulli comandar a Trulli (estranho no texto se referir ao sobre nome como a equipe Trulli e não o piloto Trulli). Que tenham mais sorte e bons resultados esse ano. Evoluir sempre.


By Lu

As mensagens de rádio


Equipes pedem, e FIA esclarece novas regras para comunicação via rádio a partir de 2016 na F1

A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) reagiu rápido às dúvidas levantadas em Spa-Francorchamps e esclareceu as restrições na comunicação entre equipes e pilotos que entrarão em vigor em 2016

Poucos dias após divulgar uma lista de mensagens permitidas na comunicação entre equipes e pilotos a partir de 2016, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) precisou esclarecer o novo código.

Após algumas dúvidas levantadas durante o fim de semana do GP da Bélgica, a entidade máxima do esporte liberou uma nova lista, onde fornece detalhes mais precisos sobre quando as mensagens podem ou não ser transmitidas.

A redução da comunicação via rádio é resultado de uma interpretação mais rigorosa do artigo 20.1 do regulamento esportivo, que estabelece que "o piloto deve guiar seu carro sozinho e sem ajuda”. O objetivo da FIA é garantir que os pilotos recebam o mínimo de assistência possível do pit-wall no futuro durante as corridas. 

No que diz respeito às mensagens dadas na pista, na entrada ou na saída dos pits para voltas de reconhecimento, com o carro estando em volta de reconhecimento do momento em que deixa o pit-lane até o momento em que retorna ou atinge a posição no grid: 

1 – Você pode comunicar ao piloto um problema crítico com o carro, como, por exemplo, um alerta de furo ou dano. 

2 – Você pode comunicar ao piloto um problema com o carro de um competidor. 

3 – Você pode dizer ao piloto para entrar no pit-lane para reparar o carro ou abandonar. 

4 – Você pode passar ao piloto informações dos comissários (bandeira amarela, bandeira vermelha, largada abortada ou instruções ou informações similares do controle de corrida). 

5 – Você pode informar o piloto sobre pista molhada, óleo ou detritos em certas curvas. 

6 – Você pode pedir ao piloto que respeite o tempo de volta máximo desde que esteja claro que ele corre o risco de excedê-lo. 

7 – Você não pode dizer ao piloto para guiar pelo pit-lane. 

8 – Você não pode dizer ao piloto para se dirigir ao fundo do grid. 

9 – Você não pode discutir a checagem do balanceamento com o piloto. 

10 – Você não pode dizer ao piloto para ligar o carro. 

11 – Você não pode fazer uma checagem de rádio com o piloto. 

Além disso, os times podem falar livremente quando o carro está no pit-lane antes ou entre qualquer volta de reconhecimento, e, para maior clareza, são permitidos os seguintes pedidos específicos: 

1 – Você pode instruir o piloto para a volta seguinte. 

2 – Você pode lembrar ao piloto de treinar a largada na saída do pit-lane. 

3 – Você pode discutir a checagem do balanceamento com o piloto. 

4 – Você pode dizer ao piloto para ir para o fundo do grid. 

5 – Você pode executar uma checagem simples de rádio com o piloto, como, por exemplo, “checagem de rádio” e “ouço alto e claro”. 

6 – Você pode dizer ao piloto para voltar pelo pit-lane. 

7 – Você pode alertar ao piloto sobre informações de segurança específicas, como, por exemplo, que a área de pit-stop está cheia de convidados. Esta mensagem (e somente esta mensagem) também pode ser dada na entrada do pit-lane. 

A FIA esclarece, ainda, que os times podem falar livremente no rádio e transmitir qualquer mensagem para o piloto no grid ou no pit-lane até um minuto antes do início da volta de formação. 

Entre o sinal de um minuto e o de largada, só é permitido alertar sobre um problema crítico com o carro, como, por exemplo, um furo ou dano, ou informá-lo sobre um problema com o carro de um competidor.

Fonte: Grande Prêmio 

Concordo, o piloto deve guiar o carro sozinho. Só é preciso entrarem em um consenso. Mas isto ainda vai dar confusão. Esperem para ver!

Beijinhos, Ludy

24 de agosto 2003

1a. vitória: Hungria, 2003

Good memories!

Bjuss, Tati

23 de agosto de 2015

Montoya termina em 3º em corrida marcada por forte acidente de Justin Wilson

Com briga apertada pelo título da Indy, Montoya vê Penske em “boa forma” apesar da falta de vitórias

Faz tempo que Juan Pablo Montoya e a Penske não ganham uma corrida na Indy - a última vez de ambos foi em Indianápolis. Oito corridas já se passaram, e Graham Rahal aperta na luta. Mas para Montoya, não passa de um momento

O final da temporada se aproxima no 2015 da Indy. Nas próximas duas semanas, duas provas - com pontuação de três -, encerram o ano. Dois grandes favoritos na disputa do título, Juan Pablo Montoya e Graham Rahal se preparam para Pocono e a pontuação dobrada de Sonoma.

Com 465 pontos no campeonato, Montoya sabe que o momento não é dele. Fora do top-10 nas últimas duas corridas e fora de pódios em oito provas seguidas - desde que ganhou em Indianápolis -, enquanto Rahal venceu duas, fez três pódios e quatro top-5 nas quatro últimas provas, o campeão de 1999 mostra extrema tranquilidade.

Para ele, a Penske está em "boa forma" e apenas em um "baixo" numa temporada que varia. E lembrou que foi ele mesmo quem venceu a prova em 2014. Neste ano, a Penske venceu apenas três provas. A última foi a mesma que Montoya, as 500 Milhas de Indianápolis.

"Estamos em boa forma. Ganhamos em Pocono ano passado e devemos andar muito bem nas próximas provas. Não dá para saber o que vai acontecer, mas eu acho que vamos ficar bem. Honestamente, acho que vamos ficar bem. Temos feito um ótimo trabalho por todo o ano. Como tudo mundo, tivemos altos e baixos. Vamos ver o que a corrida traz", disse.

Para o chefe de Montoya, Roger Penske, há mais com o que se preocupar na briga do título do que só os dois. Ele ainda citou Scott Dixon, 34 pontos atrás do colombiano. Mas fez a ressalva: Montoya é o piloto que você quer ao seu lado na hora da luta. 

"Vai ser até o final. Dixon é muito forte lá, Rahal está numa grande fase. Precisamos seguir com a cabeça alta, e Montoya é o tipo de cara que você quer no seu time quando chega a hora de uma luta", falou o dono da Penske. 

Rahal também se manteve fora do radar o quanto deu. Falou que quer apenas permanecer perto de Montoya, por enquanto a diferença é de nove pontos, após Pocono. É na prova de pontuação de Sonoma que precisará decidir. 

"Meu trabalho é ficar perto de Juan em Pocono. Se eu conseguir fazer isso, estaremos num lugar bom chegando a Sonoma. A pontuação dupla muda o jogo. O campeonato está logo ali, estamos próximos e prontos para capitalizar", declarou. 

Além dos três primeiros colocados, Helio Castroneves está 58 pontos atrás, um na frente do atual campeão Will Power.

Fonte: Grande Prêmio 

Putz! A briga vai ser feia nestas etapas finais. Muita torcida para Montoya, que hoje finalmente voltou ao pódio (leiam mais sobre a corrida de hoje aqui).

O lado ruim, na verdade, péssimo, ficou por conta do acidente forte sofrido por Justin Wilson. O quadro dele é preocupante, sofreu uma lesão na cabeça e está em coma (mais informações aqui). 

Vamos rezar para que logo ele e a família superem este momento difícil.

Beijinhos, Ludy

Mais um segundo lugar...

Largou mal, o carro não estava rendendo tão bem como ele queria, mal conseguiu recuperar o prejuízo e como ele mesmo disse no vídeo "nunca tive a chance de atacar". Mais uma corrida morna e se for olhada pelo ponto de vista da disputa do campeonato, ruim para Nico. Como são as coisas e tudo é mesmo relativo. Um segundo lugar quando se tinha carros medianos a fracos era luxo, hoje um segundo lugar é ruim para as ambições que se tem.

Segue o vídeo blog de hoje que ele finaliza dizendo que a baby vem aí e está na hora de voltar para casa. A Niquinha é esperada para essa semana.

video
By Lu

Lema do Dia: Above all ...


"Follow your passion, be prepared to work hard and sacrifice, and, above all, don't let anyone limit your dreams. "
Donovan Bailey

Bjusss, Tati

#danson in the air


E teve video no Insta!!!!

Muito loucos estes meninossss... hehehe

Bjusss, Tati

Alonso falou!

***

Hahahaha...

E como se ele fosse falar alguma coisa né mocinha??? hehehe

E gente, eu juro que o Alonso falou o nome Paul! Eu jurooo...podem confiar em mim! hehehehehehe

Bjuss, Tati

2015 Belgium - Kimi Raikkonen: 'Country boy' Finn discusses Ferrari future & nappies

Não entendo como as pessoas não veem Kimi como ele é.

É tão fácil entendê-lo, saber como ele sente e vê as coisas.

Adorei a entrevista.

Robin dorme com ele e Minttu. #quefofo


Que lugar lindo é a Bélgica.

Beijinhos, Ludy

Kimi by Ludy - Belgium - Day 4



Beijinhos, Ludy

Sobre a corrida de Kimi e de Vettel


Gente, mal prestei atenção na corrida de hoje, vou ser sincera. Estava morta de sono, então o post de hoje vem como o de ontem.

A reação de Vettel com o problema de seu pneu no final da prova vocês podem ler aqui.

E os comentários de Kimi sobre a prova deste domingo vocês acham aqui.

Beijinhos, Ludy

Ele não é normal... rsrsrs... #adoro

Acho que a foto fala por si só né?! rsrsrsrs... Adoro Ricciardo!!! Tão gente da gente!!!

http://ivettelftmesut.tumblr.com/post/127385510351/hellomarcusericsson-i-feel-like-these-pictures


Beijinhos, Ludy

Os papais de 2015

http://ivettelftmesut.tumblr.com/post/127385276311/kimi-with-nico-during-drivers-parade

Kimi foi papai em janeiro com a chegada de Robin e Nico está prestes a receber a herdeira dos Rosberg. Os octetes papais do ano! #lindos

Beijinhos, Ludy

Logo novo!

Olhem o novo logo da equipe Williams:


Loosewheelnut
Hahahahahahaha... tem como não rir, gente?!?

E o pessoal não perdoa MESMOOOO!!!! hehehehe

Bjuss, Tati