4 de março de 2017

Desafios

Liberty diz que desafios na F1 são maiores do que o esperado

Ao mesmo tempo, CEO da companhia afirma que as recompensas também são grandes 

O Grupo Liberty assumiu a propriedade da F1 recentemente e prometeu torná-la mais espetacular para os fãs. O CEO da companhia, Greg Maffei, também salientou que as margens de lucro da categoria não vão subir a curto prazo, já que a empresa terá que investir. 

"Acho que tudo o que pensamos sobre este negócio foi confirmado", disse Maffei. "Há uma oportunidade enorme, em áreas como patrocínios, a curto prazo." 

"Existem oportunidades de longo prazo em torno da parte digital, incluindo realidade virtual, oportunidades na radiodifusão, na criação de mais emoção em torno do evento, e mais receitas, consequentemente." 

"Penso que, a curto prazo, é improvável que tenhamos margem de lucro em expansão, porque mesmo com alguns bons resultados a curto prazo, em torno de coisas como publicidade, haverá despesas para conseguir isso." 

"Mas, a longo prazo, acredito que os desafios serão maiores, mas as oportunidades são tão grandes como inicialmente se pensava." 

Maffei também enfatizou que as mudanças que deseja implementar não serão fáceis, dada a natureza complexa do modo como a F1 funciona. 

"Existem muitas camadas que a torna complicada, da FIA ao Grupo de Estratégia", acrescentou. "Acho que fundamentalmente Chase [Carey] e Ross Brawn estão no centro de tudo isso para tentar tornar as corridas mais interessantes, competitivas e emocionantes."

"Mas acho que há um grande consenso em torno de ideias que poderiam tornar este esporte mais atraente, em benefício de todos os pilotos, equipes, fãs e a entidade comercial da F1." 

"A execução não é tão fácil, como eu disse, há muitos jogadores aqui, então conseguir um acordo, um consenso sobre o que fazer nem sempre é tão fácil, mas estou otimista."

Fonte: br.motorsport.com

Para mim, o mais positivo desta mudança de gerenciamento é a possibilidade de diálogo. Bernie não aceitava, ele impunha.

Agradeço a ele por ter feito da F1 um esporte forte e reconhecido, mas a hora dele passou e ser um chefe que apenas impõe o que quer, ainda mais em uma categoria de peso e visibilidade como esta, não é justo e muito menos bom para os negócios. 

Estou realmente animada com as pequenas mudanças que já vemos com a chegada da Liberty e esperando por um futuro muito mais bacana para a F1 como marca e esporte.

Beijinhos, Ludy

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