29 de setembro de 2016

Coluna: "O que elas pensam?" by Ludy


“JB 300” by Ludy Coimbra


300. Apenas um número, mas quando colocamos dentro de um contexto, é o momento em que percebemos a importância que ele tem. 

Pois então segue o contexto: Jenson Button completará neste fim de semana, durante o GP da Malásia, a sua 300ª corrida de F1. Como o tempo voa não é mesmo? 

Aquele inglês que chegou à equipe Williams em 2000, que foi um belo de um fanfarrão em sua época de Renault, que colheu alguns (eu disse alguns) bons frutos na BAR, que passou o pão que o diabo pisoteou na Honda, que tornou-se campeão do mundo pela Brawn GP e que plantou raízes na McLaren, no final da temporada de 2016 dará um até breve para todos nós. 

Eu confesso que acho muito estranha toda esta história de ano sabático e de ser embaixador do time de Woking. Ainda acredito que no final das contas, JB vai sim se aposentar. Porém, isto é assunto para outro momento. 

O intuito deste pequeno texto é prestar uma singela homenagem a este octete que eu tanto adoro, que ao longo destes 16 anos na maior categoria do automobilismo eu aprendi a admirar, um cara bacana e carinhoso com seus fãs, um piloto de talento, um campeão de F1. 

Para muitos, o inglês vindo de Frome, o filho de John Button, o campeão mundial de F1, o Membro do Império Britânico, mas para mim, Jenson, ou apenas JB, aquele piloto pelo qual tenho um carinho imenso, o octete que as forças do universo conspiraram para colocar no meu caminho e de minha irmã em plena Piccadilly Circus, em Londres, naquele dia 7 de julho de 2014 e que foi da gentileza mais adorável que alguém poderia ser. 

Se eu já tinha todos os motivos do mundo para sentir falta de Jenson sendo ele o piloto que aprendi a admirar ao longo de todos estes anos, depois de 2014 e dos momentos que o destino colocou para ele e para nós do Octeto, jamais esquecerei mesmo. 

Parabéns Jenson pelas suas 300 corridas, por ser quem é e obrigada por tudo. 

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Beijinhos, Ludy

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