4 de fevereiro de 2016

Ele vai voltar pela Renault


Em formação para retorno à F1 em 2016, Renault anuncia contratação de ex-chefe de engenharia da Ferrari

O australiano Chris Dyer está de volta à F1. Esquecido pela categoria desde o fim de 2010, quando acabou escanteado pela Ferrari, o engenheiro vai fazer parte do processo de retorno da Renault à categoria, ocupando cargo de chefe de performance em Enstone.

Dyer começou a aparecer com destaque na F1 pela Arrows, onde trabalhou até janeiro de 2001, quando se transferiu ara a Ferrari. Foi na escuderia italiana, aliás, que Dyer viveu seus maiores altos e piores baixos da carreira.

Engenheiro de Michael Schumacher nos títulos de 2003 e 2004 e de Kimi Räikkönen em 2007, o australiano acabou alavancado ao cargo de chefe de engenharia em janeiro de 2009. Sua vida mudou completamente, porém, após a perda do título de 2010 de Fernando Alonso.

Considerado culpado pelo fato do espanhol ter ficado preso atrás de Vitaly Petrov na corrida final da temporada em Abu Dhabi, Dyer foi substituído por Pat Fry e, depois, seguiu para cuidar dos carros de rua da Ferrari. Por lá ficou até agosto de 2011.


Em 2012, Dyer foi para a BMW, exercendo o cargo de engenheiro chefe no DTM até aceitar a proposta da Renault. O australiano chega em um setor que perdeu Ayao Komatsu, que seguiu Romain Grosjean e foi para a Haas.
(fonte: Grande Prêmio)

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Minha memória é terrivelmente ruim para a maioria das coisas do dia-a-dia. Até para pagar as minhas contas, eu preciso de um aplicativo no celular para ajudar, mas há certas coisas que ficam cravadas na minha memória. Principalmente quando isso envolve as canalhices que são feitas com Alonso.

Este sujeito, que vai voltar para a F1 com a Renault, está no meu caderninho junto com as duas figuras que mais detesto na F1, uma delas infelizmente trabalha com Alonso. Enfim...

Eu disse isso porque JAMAIS vou me esquecer que no GP da China de 2006, este sujeito após a vitória do Schumi, na arrogância característica da ferrari, começou a comemorar o título via rádio. Também não me esqueço dá raiva que senti na época. Coube ao destino, duas corridas depois, colocar as coisas nos eixos e dar o título merecidamente a Alonso. 

Mas coube a este mesmo destino, ironicamente, dar a Dyer o poder de atuar com Alonso também em uma disputa de título, desta vez do mesmo lado. Não sei se ele teve culpa na nossa derrota em 2010 ou não, mas nunca lamentei  ou lamentarei o fato dele ter sido mandando embora ou ter sido considerado o culpado. Para mim, foi até tarde. 

E agora, lá vem ele de volta, pela Renault. 10 anos depois... hehe

O mundo dá voltas, não?!

Bjuss, Tati

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