5 de janeiro de 2016

Pé atrás...

Rosberg minimiza ano difícil da Red Bull em 2015 e faz alerta: “Nós temos de ficar de olho neles”

Que 2015 foi um ano pra lá de atípico para a Red Bull, é fato. Afinal, desde 2009, quando o time verdadeiramente virou grande na F1 e passou a vencer corridas, os taurinos não passavam uma temporada completa sem conquistar vitórias. Mas na visão de Nico Rosberg, a Red Bull é sempre uma equipe para se prestar atenção por conta da sua força e capacidade de trabalho.
Em 2015, a Red Bull terminou o Mundial de Construtores em quarto lugar e obteve como melhores resultados dois segundos lugares: o de Daniil Kvyat no GP da Hungria e um com Daniel Ricciardo, conquistado no GP de Cingapura. Mas foi um ano marcado por muitos problemas, sobretudo com a falta de confiabilidade e potência do motor Renault, em que pese o grande equilíbrio do chassi RB11.

“Você sempre tem de contar com a Red Bull. Eles são uma equipe muito forte”, disse o alemão em entrevista ao site germânico ‘Motorsport-Magazin.com’.
“Até um ano e meio atrás, eles eram absolutamente dominantes, simplesmente imbatíveis. Eles podem sempre dar a volta por cima, então nós temos de ficar de olho neles”, acrescentou o vice-campeão do mundo.
A força da Red Bull é tão grande que, mesmo em um ano fora da curva como o de 2015, despertou certo temor em suas principais adversárias. Depois de Dietrich Mateschitz, Christian Horner e Helmut Marko iniciarem uma verdadeira cruzada em busca de um motor mais competitivo para 2016, receberam a negativa de Mercedes e Ferrari, além do veto da McLaren em relação à unidade de potência da Honda.
Assim, a equipe que dominou a F1 no começo da década não teve alternativas a não ser continuar com a Renault, mas de modo um tanto distinto. Os motores franceses serão rebatizados com o nome da nova patrocinadora da Red Bull, a TAG Heuer, e serão preparados por Mario Illien, o ‘mago dos motores’.
A negativa sofrida pela Red Bull, de certa maneira, deixou Horner orgulhoso. O chefe do time taurino disse que o veto das rivais foi uma maneira de demonstrar o medo que os taurinos causam às adversárias do grid.

Fonte Grande Prêmio 

Salto alto nunca foi problema para o Nico mesmo. Normal ele estar com o pé atrás com o ano ruim das Reds. Veremos, veremos...

By Lu


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