20 de janeiro de 2016

Liberado só em maio...

Novo diretor-executivo da McLaren, Capito diz que espera ser liberado pela Volkswagen apenas em maio

Diferente do anúncio publicado na semana passada pela McLaren, Jost Capito não vai assumir imediatamente o posto de diretor-executivo da equipe de Woking. O dirigente alemão de 57 anos vai permanecer vinculado à Volkswagen, equipe tricampeã mundial de rali e na qual ocupa o cargo de chefe de equipe, pelo menos até maio, até que a escuderia germânica encontre um substituto para sua função. Até lá, Capito vai desenvolver normalmente seu trabalho, a começar pela primeira prova da temporada, o Rali de Monte Carlo, que começa nesta quarta-feira (20) no Principado.

Capito comparou a sua saída da Volkswagen rumo à McLaren como um processo em que o pai deve preparar seus filhos para o iminente adeus ao lar. Desta forma, o dirigente lidera a preparação da equipe alemã para encontrar seu sucessor antes de assumir aquele que é definido pelo próprio Capito como “o maior desafio da sua carreira”, liderar uma equipe da envergadura que representa a McLaren na história do automobilismo.

Em entrevista à revista britânica ‘Autosport’, Capito justificou o anúncio como maneira de evitar qualquer tipo de especulação, mas que isso não significava uma transferência imediata para a McLaren, que segue contando com Jonathan Neale como diretor-executivo em caráter interino, até que Capito tenha condições de assumir o posto.

“Nós queríamos fazer o anúncio, divulgar logo a notícia e para que pudéssemos parar logo com qualquer tipo de rumor. Agora, o processo é o de começar a buscar alguém para me substituir”, comentou.

“Não sei o quanto tempo isso vai levar, mas até que isso seja concluído, e estou feliz que seja assim, não vou a lugar algum. Vou estar aqui, com a Volkswagen, no Rali de Monte Carlo, vou estar lá nos próximos três ou quatro ralis, ou pode ser mais, não sei”, afirmou Capito.


 Na visão do futuro novo líder da McLaren, trata-se de algo normal para sua atual equipe. “Por enquanto, este negócio é corriqueiro para a Volkswagen. É como acontece com as crianças. Você cria seus filhos e, em alguma fase, eles têm de sair de casa e ir embora, se virar por conta própria. Como pai, você quer garantir que seus filhos estejam bem preparados para o que está por vir, e é isso o que eu quero fazer com a Volkswagen.”

Questionado sobre como encarou o convite para assumir um posto tão importante na McLaren, o alemão disse que foi impossível dizer não diante de tamanho desafio.


“Qualquer um que trabalha em nosso meio sabe que a F1 tem a ver com a McLaren e com a Ferrari, e ao ter chance de liderar uma equipe como a McLaren você não pode dizer não. Para as pessoas que vivem em nosso mundo, seria impossível dizer não. A McLaren merece estar na melhor posição do que está agora”, disse o dirigente, que terá pela frente a missão de ajudar a reerguer a McLaren após sua pior temporada na história da F1. “Foi uma decisão muito difícil de tomar. Foi a mais difícil da minha carreira e agora vou encarar o maior desafio da minha carreira, tenho certeza. Mas é a McLaren, e este sou eu, sempre interessado em grandes desafios”, concluiu.
(fonte: Grande Prêmio)

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Querido vamos falar o português CLARO: eu quero que ALONSO tenha UM CARRO e um MOTOR. Não precisa ser um Mercedes... ele tendo UM MOTOR de VERDADE já está ótimo. 

Então faça seu trabalho direito, por favor! Alonso precisa de pessoas igualmente competentes ao lado dele, ele saiu daquela equipezinha por causa disso... então please, faça seu trabalho bem feito!

Grata!

Bjuss, Tati

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