5 de novembro de 2015

Pode desistir Bernie

Ecclestone avisa que “mexicanos estão chegando nos brasileiros em interesse” e cobra ajuda da Rede Globo

Em entrevista coletiva no autódromo de Interlagos, Bernie Ecclestone reclamou e cobrou apoio da Rede Globo para que os brasileiros retomem o interesse pela principal categoria do automobilismo mundial

Bernie Ecclestone foi um dos membros da coletiva de imprensa que aconteceu após a vistoria das obras do autódromo de Interlagos. Entre os assuntos tratados pelo mandatário da F1, o destaque ficou por conta da pressão que o britânico exerceu sobre a Rede Globo, cobrando apoio da emissora e avisando que os mexicanos estão chegando nos brasileiros em interesse pela categoria.

Ecclestone afirmou que as reformas no autódromo paulistano devem gerar maior interesse nos torcedores, mas cobrou ajuda da Rede Globo, emissora detentora dos direitos de transmissão da categoria.

"Acho que agora, com as novidades nos boxes, as pessoas daqui vão se interessar mais pela corrida. Só precisamos fazer com que a Globo fique um pouco mais entusiasmada. Os mexicanos estão chegando nos brasileiros em interesse, então a Globo precisa nos ajudar mais", disse.

Ao falar do momento da F1, sem grande disputa e com Lewis Hamilton dominante, o chefão da categoria voltou a demonstrar confiança na mudança da água para o vinho na categoria em 2017. 

"Acho que podemos fazer um show melhor. Precisamos de ao menos dois caras competindo. Quando quem dominava o esporte era a McLaren, tínhamos dois caras lutando. Em 2017, com o novo regulamento, eu tenho certeza que a competitividade vai voltar. 2016 será um ano diferente também", completou. 

Na semana passada, Ecclestone completou 85 anos e a aposentadoria não é algo que sequer passe pela sua cabeça.

Fonte: Grande Prêmio

Se Ecclestone acha mesmo que a Rede Globo de Televisão vai mover um dedo sequer para ajudar a divulgar a F1 no Brasil, ele pode esperar deitado em uma caminha confortável porque isto não vai acontecer.

A emissora oficial está se lixando para o produto F1. Eu sinceramente não sei como até hoje ainda temos corridas no Brasil. 

Beijinhos, Ludy

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