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Chefe da Lotus elogia revolta de Grosjean após GP da Coreia do Sul: “É isso o que nós queremos”

Após a equipe inglesa ter se negado a pedir para que Kimi Räikkönen devolvesse a segunda colocação, o piloto francês se mostrou frustrado pelo terceiro lugar, o que fez Boullier destacar a gana por vitórias

Chefe da Lotus, Eric Boullier minimizou a polêmica envolvendo a equipe inglesa no fim do GP da Coreia do Sul. O dirigente disse que, embora Romain Grosjean tenha ficado frustrado por não haver uma ordem para passar Kimi Räikkönen, esse comportamento é bom para a escuderia, pois mostra que os pilotos querem vencer.

“Isso é normal. Nós entendemos”, disse o francês. “É bom ver que nossos pilotos não estão felizes por terminar em segundo e terceiro, e é isso o que nós queremos. Eles são competidores, e o que queremos ver. Você precisa concordar comigo”, declarou.

A frustração de Grosjean começou pouco antes da entrada do segundo safety-car em Yeongam. Embora estivesse com pneus mais novos, o piloto foi ultrapassado por Räikkönen e pediu pelo rádio para o que o finlandês o deixasse passar, já que teria mais chances de alcançar Sebastian Vettel. Apesar disso, Lotus negou o pedido. 

Esse não foi o primeiro episódio de jogo de equipe em Enstone. No GP da Alemanha, em Nürburgring, Grosjean já tinha ouvido pelo rádio que era obrigado a ceder a posição ao companheiro, em uma situação muito semelhante, por isso esperava ser recompensado dessa vez na Coreia do Sul. 

Mesmo assim, Boullier bancou a decisão do time e disse que ter um carro rápido não era garantias de conseguir ultrapassar Vettel no fim da prova. O dirigente, porém, elogiou a consistência de Grosjean nas últimas corridas. 

“Ele estava mais rápido, mas algumas vezes isso não é o bastante para ganhar uma posição. Agora já são seis corridas consecutivas com Romain conquistando os mesmos resultados que o companheiro, alguém que pode ser considerado uma referência. Se ele tiver um carro ruim, está fazendo o melhor. Se tiver um bom carro, está no pódio”, disse. 

“Em Cingapura, sem o problema no motor, ele teria terminado no pódio. Então agora podemos dizer que temos o Romain que queremos. Ele está fazendo um bom trabalho. Nós apostamos nele e ele está conquistando o que esperávamos”, completou o dirigente, satisfeito com o trabalho do pupilo em 2013.

Fonte: Grande Prêmio

Estou quieta sobre este assunto porque sinceramente, pouco me importo com o que o Grosjean fica com raivinha ou não, mas decidi postar a notícia e comentar por causa de uma única frase de Boullier...

"Ele estava mais rápido, mas algumas vezes isso não é o bastante para ganhar uma posição."

Boullier está certo, Romain passar Vettel não era garantia. Como não foi com Kimi, mas o chefe da Lotus sabia que se a possibilidade existisse, seria sim com o finlandês. Isto já diz tudo né?!

Romain ficou chateadinho? Dois problemas, ficar e não ficar. Ele errou e Kimi aproveitou a chance. Pronto! E a decisão de manter Kimi foi certa, afinal, o finlandês luta pelo terceiro lugar no mundial e carrega a Lotus nas costas. #ponto

Beijinhos, Ludy

Comentários

Eric Oliveira disse…
E Ludy, sinceramente... do jeito que estão as coisas na Lotus, se essa ordem viesse , eu duvido que Kimi aceitaria, por ter largado de 9º e por toda corridaça que ele fez, além dos problemas entre ele e a equipe, enfim... uma serie de fatores, o que iria gerar uma polêmica pior ainda, e com certeza a Lotus pensou nisso.
Bom, não posso afirmar o que Kimi faria. Antigamente até achei que entendia um pouquinho do que ele pensa, hoje, sei que não.

Mas você está certo, esta questão de como anda a relação da equipe e Kimi também deve ter pesado e por isto Boullier interviu.

Bj, Ludy
wagner disse…
Hehe, nas entrelinhas, kkkk, "capacidade" e "talento" para brigar de igual para igual com Vettel...
Carina disse…
Começou a choradeira do Grosjean... rsrs

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