Nada de vender, diz Lopez

Proprietário descatar possibilidade de grupo Genii vender a Lotus 

Segundo Gerard Lopez, equipe se encontra em boa situação financeira, especialmente após a campanha de 2012, que se converteu em aumento de patrocínios 

Leonardo Felix 
07/01/2013 

Depois do sucesso da Lotus na temporada 2012 da F1, quando a equipe conquistou a vitória do GP de Abu Dhabi, com Kimi Raikkonen, além de outros nove pódios e o quarto lugar no campeonato de construtores, o grupo de investimentos Genii, que detém todas as ações da equipe, descartou a chance de vendê-la neste ano. 

O time passou por sérios problemas financeiros recentemente, mas a boa última campanha representou um forte incremento nas receitas de patrocínio, incluindo um grande acordo fechado com a Coca-Cola, que prevê a divulgação da marca do energético Burn no carro aurinegro em 2013. Além disso, está em curso uma negociação com a também americanal Honeywell, multinacional atuante em diversas partes dos setores de tecnologia e engenharia. 

De acordo com o principal representante do grupo Genii e um dos sócios da Lotus, Gerard Lopez, o bom momento pôs fim a qualquer intenção de colocar a escuderia a venda num futuro próximo. No entanto, ele não descartou a hipótese de negociar parte de suas ações a algum outro investidor. 

"Quando compramos o time, tínhamos 75% das ações, mas depois aumentamos para 100%”, declarou Lopez, em entrevista ao periódico italiano “Gazzetta dello Sport”. “Mas sempre dissemos que, se houver investidores interessados em entrar com algumas ações, estamos prontos”, frisou. 

“Eu nunca quis vender o time porque, tanto para mim quanto para o Genii Capital, a F1 é uma plataforma legal para desenvolver negócios. Com nosso patrocinadores, não conversamos apenas sobre os adesivos que serão colados no carro, mas também sobre negócios maiores”, explicou. 

Apesar de reiterar que a Lotus passa por uma situação financeira saudável, o sócio admitiu que a equipe não tem o mesmo “poder de fogo” que rivais como Red Bull, Ferrari e McLaren. “Estamos perto dos times de ponta. Somos financiados por Microsoft, Unilever e Coca-Cola. Isso mostra o valor de nosso reconhecimento. No momento, estamos com um estafe de 547 [pessoas]. Isso é bom”, concluiu. 

Fonte: Tazio 

Eu havia lido esta notícia ontem, em inglês, mas esperei que ela saísse em português para que pudesse comentar aqui. 

Só quero dizer que vivo na corda bamba com esta turma da Lotus. Morro de medo que do nada o sr. Lopez venda tudo para um outro grupo e a coisa se acabe. Mas entendo o raciocínio dele na matéria acima. 

Espero de verdade que este acordo com a Honeywell vire realidade. Seria bom ter um pouco mais de money para investir no carro e tranquilidade para o pessoal da fábrica e os pilotos trabalharem. 

Porém, vou tentar não pensar nestas coisas e me prender ao fato que em 2012 a temporada foi ótima, mesmo com as dificuldades e que este ano a chance para melhorar será ainda maior, já que o principal piloto do time já está inteiramente adaptado à equipe e ela a ele.Basta é claro, que a galera toda, trabalhe como em 2012. 

Beijinhos, Ludy

Comentários

Talita Regis disse…
E que não vendam mesmo!
Seria muito tenso pro esporte, agora que a HRT fechou... :(

Mas que o alívio nas finanças veio na hora certa, ah, isso veio....
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk'

Talita Regis

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