Resumão

Bacana esse resumão do campeonato feio pela Evelyn Guimarães no Grande Prêmio. 
Independente do resultado de domingo esse terá sido um bom campeonato. O monte de vencedores no inicio, o trabalho hérculo do Alonso e o poder de recuperação da Red Bull tornaram 2012 muito bons de se acompanhar. Se os Maias estiverem certos, não poderemos reclamar muito do ultimo campeonato de F1 desse planeta.

Sem nunca ter vencido no Brasil, Alonso tenta reverter retrospecto de Vettel, invicto em decisões de título

 Se alguém dissesse, após as sete primeiras etapas, que a surpreendente temporada de 2012 fosse acabar com apenas dois candidatos lutando pelo título, ninguém acreditaria. Era impossível. Tamanha imprevisibilidade. Isto porque as ditas provas viram sete vencedores diferentes, o que tornou o campeonato um dos mais emocionantes e divertidos dos últimos tempos. A reconhecida força da Red Bull e a eterna competitividade da McLaren, bem como a busca da Ferrari por se igualar tecnicamente às rivais, não foram capazes de lidar bem com as mudanças no regulamento, a introdução de compostos mais frágeis e das intempéries do tempo.

Com tantas adversidades, o talento, a inteligência e uma boa dose de sorte acabaram por embaralhar bem as cartas, dificultando qualquer previsão nos primeiros meses do campeonato. Em dado momento, pelo menos cinco dos seis pilotos das equipes de ponta foram apontados como favoritos ao título. Porém, como diz o ditado: só os fortes sobrevivem. E a explicação é que a segunda parte do Mundial esfriou bastante o entusiasmo daqueles que acreditavam que a disputa imprevisível seguiria até o fim do ano. Na verdade, os concorrentes foram ficando pelo caminho, em meio a acidentes, problemas mecânicos, punições e abandonos.

 A McLaren, por exemplo, sofreu alguns reveses doloridos. Viu Lewis Hamilton decidir pela Mercedes e não conseguiu dar um carro confiável ao inglês, que acompanhou duas vitórias certas escaparem pelos dedos. Jenson Button, por sua vez, esteve longe do desempenho do ano passado e também não foi capaz de entrar na briga de verdade com aos rivais.

Despretensiosamente, a Ferrari comeu pelas beiradas. Na verdade, Fernando Alonso é que comeu pelas beiradas. Sem nunca ter tido um carro dominante, o espanhol foi se aproveitando dos erros alheios para crescer e somar pontos importantes. Até o GP da Bélgica, Fernando havia completado todas as corridas da temporada. E a costumeira sorte do asturiano se fez presente em vários momentos.

Alonso, por exemplo, foi o primeiro a repetir vitória em 2012, com o triunfo épico em Valência, com direito a festa com a torcida e choro no pódio. Depois foi mais uma conquista, na Alemanha, mas muitos pódios também. De repente, o bicampeão se viu líder e em posição de negociar melhor seus resultados. Mas isso tudo mudou na metade final do campeonato.

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By Lu

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