Semana Jacques Villeneuve 2011 - parte 1
O que eu farei nesta semana especial dedicada a Jacques Villeneuve é falar um pouco sobre a sua trajetória profissional. Através de textos (um tipo de resumo), fotos e vídeos vocês poderão conhecer ou relembrar um pouco da carreira do rei do Octeto.
Início da carreira
A carreira de Jacques Villeneuve começou a tomar forma em 1984, dois anos depois da morte de seu pai, Gilles Villeneuve, pois foi quando o canadense pediu a sua mãe Joanne Villeneuve permissão para isto. Ela prometeu o seguinte, que se ele tirasse boa nota em matemática, a matéria em que tinha pior histórico no colégio, ela o permitiria pilotar. Jacques obviamente fez o que a mãe havia pedido e então foi a vez dele cobrar a parte dela na promessa. Joanne então permitiu ao filho que pilotasse um kart 100cc na pista de kart de Ímola. A passagem de Jacques por lá impressionou dos donos da pista italiana Luigi e Massimo Burati que o colocaram em um kart de 135cc no mesmo dia.
Depois da primeira experiência, o próximo passo foi dado pelo irmão de Gilles, Jacques que em 1986 inscreveu o sobrinho na escola de pilotagem Jim Russell Racing Drivers em Mont Tremblant, Quebec. Villeneuve fez o curso (que durou 3 dias), recebeu seu diploma e impressionou bastante o seu instrutor Gilbert Pednault. No ano seguinte, durante o verão, JV foi ajudar o ex-instrutor de pilotagem Richard Shepard em sua escola, nas coisas relacionadas à parte mecânica do carro, aprimorando assim o seu conhecimento sobre carros de corrida.
Aos 17 anos Villeneuve ainda era novo demais para obter licença para correr tanto no Canadá quanto na Itália, os países em que ele mais ficava então, com a ajuda da Federação Canadense de Automobilismo ele conseguiu a sua licença da Andorra.
Em 1988 ele participou da Alfa Cup de uma corrida de duas baterias, ficando na 10ª posição. De 1989 a 1991 ele competiu na Fórmula 3 Italiana. O último ano foi o que ele teve melhores resultados, 11 largadas, 3 poles e sexto no mundial, competindo pela Prema Racing. Mas Villeneuve não estava satiesfeito em solo italiano e declarou anos mais tarde que algumas vezes que correr na Itália era muito complicado para ele, por causa da constante comparação com seu pai, Gilles, ídolo da torcida ferrarista e que opr causa disto ele decidiu mudar o foco de sua carreira. Foi quando o franco-canadense rumou para o Japão.
Em 1992, recém-chegado à terra do sol nascente, Jacques competiu na Fórmula 3 Japonesa pela equipe TOM, largou nas 11 corridas, conquistou duas poles, venceu três corridas, esteve em 7 pódios e terminou o campenato no segundo lugar, com 45 pontos. A mudança de ares havia surtido o resultado desejado para o canadense, que sempre declarou ter gostado muito de seu período no Japão.
Foi neste ano que Jacques recebeu um convite de Carig Pollock para competir na corrida da Fórmula Atlantic, Trois Rivières. O piloto terminou na terceira posição e o resultado deixou Craig impressionado. O resultado disto foi que Pollock (já empresariando o canadense) conseguiu para ele uma vaga para disputar o campeonato da temporada de 1993 da Fórmula Atlantic.
Início da carreira
A carreira de Jacques Villeneuve começou a tomar forma em 1984, dois anos depois da morte de seu pai, Gilles Villeneuve, pois foi quando o canadense pediu a sua mãe Joanne Villeneuve permissão para isto. Ela prometeu o seguinte, que se ele tirasse boa nota em matemática, a matéria em que tinha pior histórico no colégio, ela o permitiria pilotar. Jacques obviamente fez o que a mãe havia pedido e então foi a vez dele cobrar a parte dela na promessa. Joanne então permitiu ao filho que pilotasse um kart 100cc na pista de kart de Ímola. A passagem de Jacques por lá impressionou dos donos da pista italiana Luigi e Massimo Burati que o colocaram em um kart de 135cc no mesmo dia.
Depois da primeira experiência, o próximo passo foi dado pelo irmão de Gilles, Jacques que em 1986 inscreveu o sobrinho na escola de pilotagem Jim Russell Racing Drivers em Mont Tremblant, Quebec. Villeneuve fez o curso (que durou 3 dias), recebeu seu diploma e impressionou bastante o seu instrutor Gilbert Pednault. No ano seguinte, durante o verão, JV foi ajudar o ex-instrutor de pilotagem Richard Shepard em sua escola, nas coisas relacionadas à parte mecânica do carro, aprimorando assim o seu conhecimento sobre carros de corrida.
Aos 17 anos Villeneuve ainda era novo demais para obter licença para correr tanto no Canadá quanto na Itália, os países em que ele mais ficava então, com a ajuda da Federação Canadense de Automobilismo ele conseguiu a sua licença da Andorra.
Em 1988 ele participou da Alfa Cup de uma corrida de duas baterias, ficando na 10ª posição. De 1989 a 1991 ele competiu na Fórmula 3 Italiana. O último ano foi o que ele teve melhores resultados, 11 largadas, 3 poles e sexto no mundial, competindo pela Prema Racing. Mas Villeneuve não estava satiesfeito em solo italiano e declarou anos mais tarde que algumas vezes que correr na Itália era muito complicado para ele, por causa da constante comparação com seu pai, Gilles, ídolo da torcida ferrarista e que opr causa disto ele decidiu mudar o foco de sua carreira. Foi quando o franco-canadense rumou para o Japão.
Em 1992, recém-chegado à terra do sol nascente, Jacques competiu na Fórmula 3 Japonesa pela equipe TOM, largou nas 11 corridas, conquistou duas poles, venceu três corridas, esteve em 7 pódios e terminou o campenato no segundo lugar, com 45 pontos. A mudança de ares havia surtido o resultado desejado para o canadense, que sempre declarou ter gostado muito de seu período no Japão.
Foi neste ano que Jacques recebeu um convite de Carig Pollock para competir na corrida da Fórmula Atlantic, Trois Rivières. O piloto terminou na terceira posição e o resultado deixou Craig impressionado. O resultado disto foi que Pollock (já empresariando o canadense) conseguiu para ele uma vaga para disputar o campeonato da temporada de 1993 da Fórmula Atlantic.
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Bom galerinha, amanhã falarei sobre a carreira de Jacques na Fórmula Atlantic e na F- Indy. Mas antes de ir, deixou algumas fotos de Jacques que tenho no meu arquivo pessoal. São imagens do início de sua carreira, as três primeiras inclusive, são da época em que JV esteve na escola de pilotagem Jim Russell. As outras mostram as diferentes épocas que mencionei no texto acima, estão misturadas, por isto as diferenças de visual e idade.
















Comentários
Joanne deve ter tido um aperto enorme no coração em permitir que apenas dois anos após a morte do marido o filho começasse carreira no mesmo esporte.
Mas valeu a pena. Jac valeu a pena.
Belo trabalho Ludy :)))
bjs, Lu M
Adoro!!!
Jacques com cabelão é o que há! ^^
=*