Preparado!
Karthikeyan garante que está pronto fisicamente para corrida na Malásia
O forte calor e alta umidade relativa do ar de Sepang tornam o GP da Malásia uma das provas mais exigentes de toda a temporada da F1. A opinião é de todos, tanto de pilotos mais experientes, como Rubens Barrichello, quanto por novatos, caso de Pastor Maldonado. Narain Karthikeyan compartilha do mesmo discurso e acredita que mesmo tendo ficado mais de cinco anos longe da categoria, está preparado para enfrentar o desafio físico que representa a etapa malaia do Mundial.
“Desde que anunciei minha volta para a F1, trabalhei muito no aspecto físico. Treinei duro em minha casa na Índia, onde as condições meteorológicas são muito parecidas com as da Malásia, por isso estou seguro de que estou preparado fisicamente para Sepang”, garantiu Narain, que vai tentar se classificar para a disputa de sua primeira corrida em 2011, já que o asiático, assim como o colega de Hispania, Vitantonio Liuzzi, não conseguiram lugar no grid do GP da Austrália por ficarem de fora do limite de 107% em relação ao melhor tempo do Q1.
Ainda que o revés da equipe espanhola em Albert Park tenha sido bastante recente, Karthikeyan acredita que pode reverter a situação desfavorável da Hispania e conseguir alinhar já no grid do GP da Malásia, que acontecerá no próximo domingo (10).
“Apesar de ter dado poucas voltas na Austrália, percebi que o carro tem potencial para ser melhor que o último modelo. Sepang é um circuito tecnicamente difícil, tanto para o piloto, quanto para o carro. Será um bom teste para o F111”, disse o piloto de 34 anos que, endossando o discurso de Liuzzi, acredita que pode não só classificar para a prova, mas como também chegar ao final dela.
“Nosso principal objetivo para o fim de semana é realizar o maior número de quilômetros possíveis. Só assim podemos começar a entender o F111 e extrair todo seu potencial. Classificarmos para a corrida e terminá-la são nossos principais objetivos na Malásia”, decretou.
Karthikeyan revelou seu apreço pela Malásia. Não apenas pela proximidade com seu país-natal, mas também pela culinária local. “A última vez que eu corri na Malásia, na temporada 2005, recebi muito apoio dos torcedores locais. Muitos indianos também chegaram para ver a corrida, assim, as lembranças que eu tenho deste GP são fantásticas. Também gosto muito da comida malaia, que é picante, como nós da Índia gostamos”, concluiu o piloto da Hispania.
(fonte: GrandePrêmio)Amadinho... você pode até estar pronto... resta fazer se seu carro estará! rsrs
Bjinhus, Tati
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