Estrelados de olho na asa dianteira mágica da Red Bull

Mercedes vê asa dianteira da Red Bull dentro das regras e admite copiá-la

Enquanto a Red Bull impôs seu domínio nas duas primeiras etapas do Mundial de F1 em 2011 com vitórias soberanas de Sebastian Vettel na Austrália e também na Malásia, a Mercedes, outrora postulante às primeiras colocações, marcou apenas dois pontos com o nono lugar de Michael Schumacher na última semana em Sepang. A disparidade de desempenho entre as duas equipes fez Ross Brawn, chefe da equipe alemã, cogitar adotar o mesmo projeto de asa dianteira da rival taurina.

Ao contrário do ano passado, quanto a escuderia de Stuttgart, aliada à McLaren, questionaram a legalidade do dispositivo da Red Bull, dessa vez, a Mercedes reconhece que a asa dianteira do RB7 está dentro das regras e dos testes estabelecidos pela FIA.

Em entrevista ao site ‘Crash.net’, Ross deixou claro que a flexibilidade da peça apresentada nas duas primeiras provas do ano está correta. “O regulamento diz que a carroceria deve ser rígida, mas todos nós sabemos que é impossível, porque tudo se move”, afirmou o dirigente britânico. “É uma questão de graus, então a FIA tem uma série de testes para mensurar o grau que a carroceria se move, e você passando nos testes, então seu carro está dentro da legalidade.”

Enquanto a Red Bull impôs seu domínio nas duas primeiras etapas do Mundial de F1 em 2011 com vitórias soberanas de Sebastian Vettel na Austrália e também na Malásia, a Mercedes, outrora postulante às primeiras colocações, marcou apenas dois pontos com o nono lugar de Michael Schumacher na última semana em Sepang. A disparidade de desempenho entre as duas equipes fez Ross Brawn, chefe da equipe alemã, cogitar adotar o mesmo projeto de asa dianteira da rival taurina.

Ao contrário do ano passado, quanto a escuderia de Stuttgart, aliada à McLaren, questionaram a legalidade do dispositivo da Red Bull, dessa vez, a Mercedes reconhece que a asa dianteira do RB7 está dentro das regras e dos testes estabelecidos pela FIA.

Em entrevista ao site ‘Crash.net’, Ross deixou claro que a flexibilidade da peça apresentada nas duas primeiras provas do ano está correta. “O regulamento diz que a carroceria deve ser rígida, mas todos nós sabemos que é impossível, porque tudo se move”, afirmou o dirigente britânico. “É uma questão de graus, então a FIA tem uma série de testes para mensurar o grau que a carroceria se move, e você passando nos testes, então seu carro está dentro da legalidade.”

“Eles têm uma filosofia em seu carro, e as equipes [rivais] têm de decidir se é essa é a razão, ou uma das razões, para seu nível de desempenho. Se for, você precisa considerar esse caminho, ou deixar claro que isso não é uma desculpa para eles estarem ganhando tudo no momento”, falou o comandante da Mercedes, questionando até que ponto é válido alterar todo o projeto de um carro já com a temporada em andamento, como fez a McLaren pouco antes do GP da Austrália, dias após o encerramento de uma pré-temporada bastante ruim.

“Você tem de se perguntar se faz sentido mudar de rumo; a McLaren tem mostrado que é possível ser rápida mesmo adotando uma abordagem completamente diferente”, lembrou Brawn, que deixou claro que ainda deposita esperança no projeto da Mercedes para 2011, o W02. “Temos a certeza de que nós produzimos um carro competitivo e cumprimos com os testes da FIA”, encerrou o britânico.

Grande Prêmio

Why not??? Se funcionar, tem mais que ir fundo no conceito e ainda ampliar a ideia. Não é novidade na F1 alguém pegar a boa ideia de alguém e "adaptar" à sua equipe.

Isso me lembra o que disse Frank Williams uma vez: "Querem copiar algo do nosso carro? Ótimo. Isso significa que o carro é bom. Ninguém copia nada de carro ruim"

By Lu

Comentários

wagner disse…
Concordo em parte com Brawn, Lu, pois se pernsarmos na Brawn de 2009, com seu difusor duplo, vemos que quem "inventa", possui mais chance de sucesso, afinal todo projeto foi concebido baseado em tal princípio. Nesse caso, a chance de cópia em um projeto totalmente diferente, pode até dar certo, mas nunca igual ao original. Basta lembrarmos de 2010, com o f-duct da Mclaren, onde todos copiaram, e sabemos que a turma de Woking tinha o melhor duto disparado. Pode melhorar, mas superar? Façamos nossas apostas.

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