BIOGRAFIA

Jenson Button

Nome: Jenson Alexander Lyons Button
Nascimento: 19/01/1980
Nacionalidade: Frome, Somerset, UK
Apelido: Jense, JB, Jen, The Real
Hobby: Triathlon
Família: E filho de John e Simone. Tem 3 irmãs, Natasha, Samantha e Tanya

História no Automobilismo:
A vida de Jenson Button no automobilismo é totalmente relacionada a influência de seu pai, John Button, que foi piloto de Rallycross.

Aos 7 anos, foi presenteado pelo pai com um kart, começando com muito sucesso. Ganhou todas as 34 corridas da categoria Cadet em 1991. Os anos seguintes no kart foram de muito sucesso, sendo que em 1997 ele se tornou o piloto mais jovem a vencer o European Super A Championship e venceu o Ayrton Senna Memorial Cup.

É chegada a hora de avançar para categorias de monopostos, e com 18 anos JB passa a Formula Ford Inglesa na Haywood Racing, levando o título com 9 vitórias. No fim deste mesmo ano, Jenson venceu o McLaren Autosport BRDC Young Driver Award. O prêmio incluia um teste com o carro de F1 da McLaren Formula, que foi recebido no fim do ano seguinte.

Em 1999 foi ano de F3, na Promatecme team.Venceu 3 corridas, e terminou o campeonato como o Novato do ano.

Depois da passagem brilhante pela Formula Ford e pela F3, é chegado o momento mais importante da carreira de Jenson Button. Com apenas 20 anos, é contrato pela Williams, onde estréia com um bom carro, ao lado de Ralf Schumacher, preenchendo a vaga deixada por Zanardi.

Encerrou sua temporada com um honroso 8º lugar, e um até logo por parte da Equipe. A Williams, durante o campeonato anunciou que havia assinado contrato com a revelação colombiana Juan Pablo Montoya. Dessa forma, o novato Jenson Button foi liberado para respirar novos ares, e seu destino foi a Benneton.

Na Benneton, Jenson fez duas importantes temporadas. Na primeira, o carro estava abaixo do esperado, o que proporcionou um ano decepcionante, se comparado com o ano de estréia de JB na F1.

Em 2002, Jenson se saiu extremamente bem, mostrando mais resultados que seu novo companheiro, Jarno Trulli. Mais uma vez, Jenson foi dispensado da Equipe para a chegada de mais uma revelação, desta vez tratava-se do espanhol Fernando Alonso, que nos anos seguintes, trouxe dois títulos a Equipe.

Com a saída da Benneton, iniciou-se a fase Honda de JB. Foi assinado contrato com um dos times mais jovens do Grid, a BAR, onde iria dividir o carro com o Octete Canadense Jacques, um “adversário” veloz na pistas e nos comentários. Ao contrário das especulações, os dois pilotos tornaram-se bons amigos. A temporada acabou com Jenson em 9º lugar, acumulando 17 pontos.
Em 2004 a BAR teve um importante progresso, terminando a temporada em Segundo lugar no campeonato de construtores. Foi neste ano que Jenson obteve sua primeira pole position, no GP de San Marino, e seu primeiro pódio no GP da Malásia. Foi um feito para a “pequena” BAR ter um segundo lugar no campeonato, perdendo apenas para as duas Ferraris.

Com a excelente temporada de 2004, a Equipe entra o ano de 2005 muito confiante, confiança que se desfaz ao ser punida por irregularidades no carro. A BAR foi suspensa por 2 corridas, proporcionando uma experiência diferente para JB, que trabalhou como comentarista da ITV no GP de Monaco.

Para 2006, algumas mudanças na BAR. Em primeiro lugar, a Equipe passou a chamar-se Honda Racing F1 Team, e JB ganhou um novo companheiro de equipe, o brasileiro Rubens Barrichello. Foi uma temporada de altos e baixos, JB marcou 5 pontos na primeira corrida do ano, venceu seu primeiro GP na Hungria.

Nas últimas 6 corridas desta temporada, Button foi o piloto que mais marcou pontos, foram 35.A temporada de 2007 marcou o início de um pesadelo na carreira de Jenson Button. A Honda iniciou uma campanha para salvar o planeta terra, e acabou se autodestruindo. O carro foi o maior fracasso do ano, proporcionando uma péssima temporada para seus dois pilotos. JB descreveu a temporada como “um total desastre”.

2008 conseguiu ser um ano pior que 2007. Jenson Button marcou apenas 3 pontos, o carro mostrava-se a cada GP como um carro de outra categoria. A Honda, sob a liderança de Ross Brawn, passou a colocar todas as suas esperanças no carro para a temporada de 2009, proporcionando uma nova oportunidade com as mudanças de regras de aerodinâmica.

Infelizmente, no dia 05 de dezembro, com a Crise Mundial, a Honda anunciou a sua retirada da F1, quebrando o contrato com Jenson Button, fato que quase terminou com a carreira do inglês na F1. Mas o destino reservaria a Jenson não a aposentadoria e sim uma grande surpresa.

Com a saída Honda, Ross Brawn assumiu a equipe, que passou a levar seu nome. E para surpresa de todos, já nos treinos finais da pré-temporada a Brawn GP mostrou que a carro era bem-nascido.

Iniciada a temporada 2009, Button confirmou as boas expectativas sobre os carros da Brawn GP, vencendo 6 corridas logo de cara, algo que lhe garantiu uma tranquila liderança do campeonato. E foi no GP do Brasil, que Jenson sagrou-se campeão mundial de F1 de 2009.

Em 2010 o campeão estreou na equipe McLaren ao lado de seu compatrioa Lewis Hamilton. A dupla lutou pelo campeonato de pilotos até algumas corridas do fim da temporada. Neste ano Jenson venceu os GPs da Austrália e China, conseguindo fazer um bom primeiro semestre, mas no segundo as coisas não foram tão boas, embora ele tenha estado entre os pilotos que poderiam conquistar o título. Ele terminou o mundial na 5ª colocação.

Curiosidades:
- Após sua primeira vitória na F1 Jenson foi convidado por Mick Jagger a subir no palco de um show dos Rolling Stones. Elton John enviou uma garrafa de champagne.
- A maior alegria da vida de Jenson Button: “Pilotar um carro de F1 contra os melhores do mundo e trabalhar em uma Equipe como a Honda.”
- Flavio Briatore sobre Jenson Button: “Ele é muito paciente, muito calmo, muito Inglês.”
- Filmes favoritos: "Pulp Fiction" e "A senha".
- Ator favorito: John Travolta.
- Herói da F1 para ele: "Eu não tenho um, mas eu amava as corridas entre Ayrton Senna e Alain Prost no final dos anos 80 e começo dos anos 90. Eu gostava também de James Hunt, mas não necessariamente por motivos de corrida".

É um Octete porque é muito esforçado como piloto, e por suas características pessoais extremamente marcantes, que o diferenciam dos demais, é extremamente calmo, educado, feliz, otimista, decente e afável. O Octeto seria um lugar impossível de se viver se todos os pilotos tivessem o temperamento de Montoya e JV. (rsrsrs)


- By Vick / By Tati/ By Ludy -

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